Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,20 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,33 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,07 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,61 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,67 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.512,00 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.380,03 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Rodada de Doha

Planos para Doha

Brasil quer reunião com emergentes antes de ir à OMC. Ideia é afinar os discursos. Conclusão de Doha é prevista para 2010.

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O Brasil planeja organizar um encontro em Genebra com os ministros responsáveis pelo comércio exterior dos principais países em desenvolvimento na véspera da reunião ministerial da Organização Mundial do Comércio. A ideia do encontro é debater a moribunda Rodada Doha de liberalização do comércio global.

Segundo afirmou uma fonte familiarizada com o processo à Folha, essa espécie de “ministerial do B”, mais restrita, reuniria os membros do chamado G20 agrícola, que inclui, além do Brasil, China, Índia, Argentina, África do Sul, Indonésia, México e Chile, entre outros.

O Itamaraty ainda iria definir se, e em que condições, o convite será estendido aos EUA, à União Europeia e a outros países, como ocorreu em outras ocasiões. Estes, se presentes, poderão participar como observadores, ou para consultas.

A reunião deve servir para os países costurarem posições mais afinadas sobre a rodada e o comércio global em geral. No ano passado, quando as conversas sob Doha colapsaram, houve dissonâncias dentro do próprio grupo de emergentes.

Mas pode também acabar por aumentar o fosso entre as posições dos emergentes, que ainda receiam em abrir mais seus mercados (embora se mostrem mais dispostos a negociar), e as dos países desenvolvidos, sobretudo EUA, que não abrem mão de subsidiar seus produtores agrícolas.
O G20 agrícola se reuniu em Nova Délhi durante uma “miniministerial” da OMC em setembro e conseguiu avançar em aspectos técnicos, além de intensificar a agenda de debates. Mas isso não se converteu ainda em soluções concretas.

A OMC vai reunir os ministros de seus 153 países membros entre 30 de novembro e 2 de dezembro para debater o comércio global. Embora Doha não seja o tema oficial, há expectativa de que se avance no debate -uma eventual inércia nesse encontro pode servir de atestado de óbito à rodada.

Com o prazo para concluir a rodada se esvaindo -ele foi sucessivamente adiado, da última vez para 2010-, até seus grandes entusiastas, como o chanceler Celso Amorim, se mostram cada vez mais céticos.

O diretor-geral da OMC, Pascal Lamy, tem exortado os governos a acelerarem as negociações, sob pena de o prazo de 2010 se tornar inviável. Com os países se voltando mais e mais a acordos bilaterais, há consenso amplo de que, se não for selada em 2010, a rodada acaba.

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