Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,51 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,33 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,92 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,10 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,47 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,53 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,57 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,03 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,62 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,33 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.504,29 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.357,21 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Vendas de defensivos crescem 2% até maio

Desempenho pode representar um alento para o setor, que começou o ano prevendo declínio expressivo.

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O mercado brasileiro de defensivos acumulou nos primeiros cinco meses do ano um crescimento de vendas, em reais, de 2% em comparação com o mesmo período de 2008. De janeiro a maio, as vendas totalizaram R$ 3,328 bilhões, segundo a Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef). Esse montante é R$ 55 milhões maior que o acumulado entre janeiro e maio de 2008.

Por um lado, o desempenho pode representar um alento para o setor, que começou o ano prevendo declínio expressivo. Há pouco menso de um mês, José Otavio Menten, diretor-executivo da Andef, afirmou que a indústria havia iniciado 2009 “se preparando para o pior” – e o pior, segundo as estimativas daquele momento, era um decréscimo de 10% a 15%.

Os dados ainda não sugerem, contudo, que o mercado brasileiro de defensivos já vislumbra um desempenho um pouco menos catastrófico. “Talvez até haja uma reação no mercado, mas ainda não é possível mudar as previsões. O cenário permanece nebuloso. Só vamos ter uma visão mais clara a partir de agosto”, disse Menten.

O pior desempenho no acumulado de janeiro a maio foi o das vendas de inseticidas, que recuaram 17% na comparação com o mesmo período de 2008. O recuo pode ser creditado, afirma Menten, ao fato de soja, cana-de-açúcar e milho serem as culturas que mais consomem essa linha de defensivos. “Os produtores dessas culturas são os que estão mais reticentes no momento”, diz o dirigente.

As vendas de herbicidas, em contrapartida, foram as de melhor desempenho, com crescimento de 12% nos primeiros cinco meses do ano, segundo a Andef. Ainda que seja cedo para fazer prognósticos mais otimistas, reitera Menten, esse aumento nos herbicidas pode ser um sinal positivo para o mercado.

No geral, o período de setembro a novembro é o mais aquecido nas vendas de defensivos. As de herbicidas, porém, concentram-se no primeiro semestre – o agrotóxico é usado no tratamento da terra para o plantio direto e no controle dos pés de soja que nascem espontaneamente no vazio sanitário, durante o qual o cultivo do grão é proibido como forma de controle da doença conhecida como ferrugem asiática. Mais herbicidas no primeiro semestre podem, portanto, ser um sinal de vendas melhores no segundo. “A expectativa existe, mas o crédito precisa chegar ao produto”, diz Menten.

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