Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,27 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,69 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 152,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,48 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,02 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 131,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 141,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 143,17 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Conferência internacional debate sustentabilidade dos biocombustíveis e segurança alimentar

Este é o último tema do evento realizado na cidade de São Paulo.

Redação (19/11/2008)- Sustentabilidade é um padrão mínimo que deve ser adotado por todos aqueles que se propõem a produzir biocombustíveis, defendeu, nesta terça-feira (18), a senadora e ex-ministra de Meio Ambiente, Marina Silva, moderadora da terceira sessão plenária da Conferência Internacional sobre Biocombustiveis, em São Paulo/SP. “Há coisas muito concretas que devem ser levadas em conta para a produção de biocombustíveis, como a proteção das florestas e a segurança alimentar”, completou.

          O último tema proposto para o dia, Biocombustíveis e Sustentabilidade: segurança alimentar; geração de renda, desafios para os ecossistemas, tem na pauta a segurança alimentar e a sustentabilidade econômica e social.

          Para o secretário-geral da Cooperação Ibero-Americana, o uruguaio Enrique Iglesias, a questão implica na disponibilidade dos recursos alimentares para toda a população. Ele atribui à escassez de alimentos a redução de reserva e o aumento do consumo na Ásia. “O papel dos biocombustíveis nessa matéria provocou impacto, principalmente no caso do milho usado para produzir etanol”, afirmou. No entanto, ele acredita que o mais importante, neste momento, é colocar novamente a agricultura como tema central das políticas públicas. “As tecnologias aplicadas à agricultura e à agricultura familiar podem ser uma resposta a esse tema”, ponderou.

         A secretária-executiva da Comissão Econômica para América Latina e Caribe (Cepal), Alicia Bárcena, comentou que, na América Latina, os países formam quatro grupos: os importadores de alimentos de energia, os que exportam alimentos e importam energia, os que importam alimentos e exportam energia e aqueles que importam alimento e energia.

           Na opinião de Bárcena, é hora de acabar com a importação de alimentos para fins de segurança alimentar. “Eu não acredito nisso, assim como nunca acreditei que importar energia seja a solução para a segurança energética”, declarou. 

         Por sua vez, o diretor da ONG Amigos da Terra/Amazônia Brasileira, Roberto Smeraldi, defendeu que os subsídios praticados por muitos paísesaticas deprazo n de longo prazo noara se ter acesso aesses alimentossa e alimentos, exporta alimentos e importa  não são compatíveis com estratégias de sustentabilidade econômica. Para ele, sob o ponto de vista da sustentabilidade para os biocombustiveis, é preciso ter em conta a economia da biomassa como um todo. “Quando se fala de cana-de-açúcar, temos que pensar não só no etanol, mas também na descentralização da produção”, finalizou.

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