Os técnicos também realizarão palestras pré-agendadas de educação sanitária nas escolas do ensino fundamental, entidades de classe, para agentes de saúde, pescadores e a comunidade local.
Técnicos gaúchos monitoram aves migratórias na Lagoa do Peixe
Redação (24/10/2008)- Campanha de prevenção e monitoramento da gripe aviária e doença de Newcastle começa, nesta sexta-feira (24), no Parque Nacional da Lagoa do Peixe, que abrange os municípios de Tavares, Mostardas e São José do Norte/RS. Participam técnicos dos ministérios da Agricultura e Meio Ambiente e das secretarias de Agricultura e Saúde do Rio Grande do Sul. A ação, que vai até 4 de novembro, faz parte do Plano de Monitoramento da Influenza Aviária em Aves Migratórias e Silvestres do Brasil.
Os técnicos também realizarão palestras pré-agendadas de educação sanitária nas escolas do ensino fundamental, entidades de classe, para agentes de saúde, pescadores e a comunidade local. De acordo com o Superintendente Federal de Agricultura no RS, Francisco Signor, a educação sanitária é fundamental para a eficácia do trabalho. “A sociedade deve ser inserida no programa, para garantir sua continuidade com a máxima eficiência”, afirmou.
O monitoramento consiste na vigilância ativa das aves migratórias e residentes na região, incluindo a captura, coleta de amostras de suabes oral e cloacal, além de sangue para a pesquisa da Febre do Nilo Ocidental, conduzida pela Saúde. Antes da soltura, as aves passarão pelo processo de biometria, com pesagem, metragem e identificação da espécie.
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O Plano Nacional de Sanidade Avícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) selecionou 18 sítios de aves migratórias no Brasil . No Rio Grande do Sul são dois: Parque Nacional da Lagoa do Peixe e a reserva do Taim, em Santa Vitória do Palmar. De acordo com o fiscal agropecuário Fábio Amaral, o trabalho vai aumentar a vigilância da gripe aviária, que pode ser introduzida por meio das aves migratórias, embora o Brasil esteja livre dessa doença.





















