Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,27 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,69 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 152,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,48 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,02 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 131,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 141,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 143,17 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Brasil estudará rota Antártica de aves

Pesquisas vão estudar possíveis rotas migratórias de aves brasileiras na tentativa de impedir a entrada do vírus H5N1.

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Redação (17/10/06) – Pesquisadores da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) vão estudar as possíveis rotas migratórias de aves brasileiras na tentativa de impedir a entrada do vírus H5N1, causador da gripe aviária, no País.

Eles apresentaram ontem, em Campinas, o projeto de prevenção da doença na América Latina. Ao menos cinco especialistas das áreas de estatística, saúde e meio ambiente terão de ir a uma base na Antártida para o recolhimento de material genético das aves migratórias. Segundo o diretor do Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica da Unicamp, João Frederico da Costa Azevedo Meyer, das pelo menos 60 espécies que fazem rota transantártica, os pesquisadores brasileiros estudarão 15.

Os pesquisadores vão identificar o comportamento das aves, caracterizar suas rotas e descrever as espécies portadoras de vírus, os períodos e locais de maior risco de entrada do H5N1 no País, e desenvolver um modelo matemático e um banco de dados para ajudar na criação de vacinas e identificação de mutações do vírus letal.

Para o diretor técnico da Associação Paulista de Avicultura (APA), José Roberto Bottura, o modelo matemático apresentado pelos pesquisadores é “interessante e pode ser útil para auxiliar o Ministério do Meio Ambiente no controle de aves migratórias”.

Segundo os especialistas, além de preservar a saúde pública, o Brasil tem interesse em se prevenir contra casos de gripe aviária porque é um dos maiores exportadores mundiais de frango. Só o Estado de São Paulo tem ao menos 3,8 mil estabelecimentos avícolas, segundo Bottura.

Há registros de transmissão do H5N1 para humanos desde 1997, em países do sudeste asiático. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 151 pessoas morreram da doença em dez países e 120 milhões de aves foram sacrificadas entre 2004 e 2005.

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