Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 70,24 / kg
Soja - Indicador PRR$ 121,80 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 129,54 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,96 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,71 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,51 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,74 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 178,01 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 186,47 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 200,90 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 210,75 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 168,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 194,93 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,06 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,10 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.190,04 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.084,48 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 201,03 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 178,26 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 162,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 172,94 / cx
Sanidade

Estudo aponta que salto da gripe aviária para humanos é extremamente raro

Análise abrangeu um histórico de 50 anos das cepas do vírus H3N2, visando medir a evolução da força do patógeno e a especificidade de ligação aos receptores

Compartilhar essa notícia
Estudo aponta que salto da gripe aviária para humanos é extremamente raro

Um estudo publicado na segunda-feira (17/7), na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), comprova que o salto evolutivo para o vírus da gripe aviária infectar humanos é muito raro e requer tempo.

Embora a doença tenha trazido preocupações globais devido a casos recentes relacionados à cepa H5N1 em animais silvestres e domésticos, além de algumas espécies de mamíferos em diversos países, o estudo concluiu que a transmissão sustentada de humanos para humanos é uma ocorrência rara.

O coordenador da pesquisa, Erik de Vries, da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de Utrecht, destacou que, até o momento, a epidemia de gripe aviária não estabeleceu uma transmissão constante entre humanos, e o estudo evidenciou que tais eventos são pouco frequentes.

A análise abrangeu um histórico de 50 anos das cepas do vírus H3N2, visando medir a evolução da força do patógeno e a especificidade de ligação aos receptores. Ao longo dessa extensa análise, constatou-se que alterações na proteína hemaglutinina, responsável pela ligação do vírus com as células do hospedeiro, ocorreram apenas duas vezes na história da evolução do vírus influenza A H3N2, o mesmo responsável pela pandemia de gripe aviária em 1968.

Desde então, passaram-se oito anos até que novas mutações com maior afinidade com as células humanas surgissem, mas ainda não foram suficientes para causar infecções mais eficazes em humanos ou para uma adaptação completa à espécie, como ocorreu com o H1N1 na pandemia de 2009.

Os pesquisadores apontaram que, para que o vírus ganhe a capacidade de saltar entre as espécies, uma combinação específica de fatores precisa ocorrer. Dentre esses fatores, destacam-se a afinidade às células humanas, uma alta taxa de transmissão, presença em diferentes tecidos do corpo e a ocorrência de outras mutações que facilitem a infecção entre humanos.

Erik de Vries ressaltou que a mutação da hemaglutinina do vírus para infectar humanos não foi suficiente para levar ao processo de seleção natural dentro da nossa espécie. Esse processo é um fenômeno lento, influenciado por diversos fatores, incluindo mutações nos genes nucleares do vírus.

Os testes realizados com diferentes doses do vírus demonstraram que, além da mutação, uma grande quantidade de cópias do patógeno seria necessária para garantir a transmissão para humanos, o que é raro. A ligação com as células humanas pode ocorrer com doses menores do vírus, desde que haja maior afinidade com os receptores celulares, mas, mesmo nessa situação, a transmissão direta de célula para célula não ocorre.

O estudo reforça que existe baixa possibilidade de contaminação humana. De acordo com nota enviada pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), “não há qualquer risco de transmissão da enfermidade por meio do consumo de produtos, informação que é respaldada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), OMSA e todos os órgãos internacionais de saúde humana e animal”.

Assuntos Relacionados gripe aviaria
Mais lidas
Cotação
Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 70,24
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 121,80
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 129,54
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 9,96
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 6,95
    kg
  • Suíno - Estadual
    MG
    R$ 6,76
    kg
  • Suíno - Estadual
    PR
    R$ 6,71
    kg
  • Suíno - Estadual
    SC
    R$ 6,51
    kg
  • Suíno - Estadual
    RS
    R$ 6,74
    kg
  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 178,01
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Branco
    R$ 186,47
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 200,90
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 210,75
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 168,76
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 194,93
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,06
    kg
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,10
    kg
  • Trigo Atacado - Regional
    PR
    R$ 1.190,04
    t
  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.084,48
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 201,03
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 178,26
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 162,11
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 172,94
    cx

Relacionados

SUINOCULTURA 328
Anuário AI – Edição 1342
Anuário SI – Edição 327
SI – Edição 326
AI – 1341