Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,74 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,50 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,93 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 8,05 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,20 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,46 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,63 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,85 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,33 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 143,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 123,67 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.535,23 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.419,47 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 153,67 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 129,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Paraná estima perda de R$ 12 bilhões com quebra na safrinha de milho

Segundo o Deral, colheita da segunda safra do cereal neste ano foi 58% menor que a do ano passado

Paraná estima perda de R$ 12 bilhões com quebra na safrinha de milho

A quebra da segunda safra de milho no Paraná gerou prejuízos de R$ 12 bilhões para a economia do Estado, estimou nesta quarta-feira o Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura paranaense. Segundo cálculos do órgão, a produção na safrinha deste ano, de 6,1 milhões de toneladas, foi 58% menor que a de 2020, quando chegou a 14,6 milhões de toneladas.

Salatiel Turra, chefe do Deral, lembra que, como consequência, o grão está 124% mais caro do que no ano passado, o que afeta as cadeias de produção de frango, peixe e porco. “O milho é a principal proteína na produção de frango, por exemplo. Os produtores terão que importar o grão, o que terá impacto no preço dos alimentos para o consumidor final”, disse, em nota.

Também houve forte quebra nas lavouras de feijão, cultura em que o Paraná é líder. O Estado previa colher 539 mil toneladas, mas a produção foi de apenas 282 mil toneladas.

“Estamos vivendo uma das piores secas dos últimos tempos, com redução bastante significativa na produção e na produtividade agrícola. Os produtores rurais ficam descapitalizados e diminuem o consumo, e isso afeta toda a economia”, acrescentou Turra.

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