Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,34 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,34 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 153,40 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,38 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,96 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 135,42 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 127,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.563,34 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.475,23 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
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Sanidade

Agroindústria defendeu novo status em SC

A agroindústria, principalmente a ligada à suinocultura, queria chegar ao mercado japonês e para isso precisava do certificado.

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Agroindústria defendeu novo status em SC

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Santa Catarina (Faesc), José Zeferino Pedroso, diz que o Estado obteve o certificado de território livre de aftosa sem vacinação há oito anos e que agora começa a colher os frutos desse processo. Ele lembra que o novo status foi reivindicado principalmente pela agroindústria, e que não sofreu resistência por parte dos bovinocultores.

“A agroindústria, principalmente a ligada à suinocultura, queria chegar ao mercado japonês e para isso precisava do certificado”, conta. Empresas como Sadia e Perdigão lideraram o movimento pelo novo status. Ele acredita que os bovinocultores paranaenses, assim com os gaúchos, resistem à medida porque trabalham com genética e investem mais na atividade que os catarinenses. “Não querem correr risco nenhum”, justifica.

Pedrosa conta que toda a sociedade catarinense abraçou a causa e chegou a denunciar a entrada de caminhão clandestino de boi. “A polícia foi atrás e abateu cerca de 40 bois gordos, que foram incinerados”, conta. De acordo com o presidente da federação, o certificado foi fundamental para o desenvolvimento da suinocultura do Estado.

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