Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 71,63 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,56 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 129,38 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,13 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,98 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,75 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,65 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,79 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 183,01 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 200,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 207,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 223,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 174,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 201,78 / cx
Frango - Indicador SPR$ 6,81 / kg
Frango - Indicador SPR$ 6,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.251,18 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.101,12 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 227,54 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 196,95 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 187,56 / cx
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Segurança Alimentar

Índice global aponta leve piora na segurança alimentar no Brasil

O Brasil registrou uma leve piora na situação de segurança alimentar. É o que mostram os dados do Global Food Security Index (GFSI) de 2014

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Índice global aponta leve piora na segurança alimentar no Brasil

O Brasil registrou uma leve piora na situação de segurança alimentar. É o que mostram os dados do Global Food Security Index (GFSI) de 2014, apresentados nesta terça-feira (12/8), pelo presidente da DuPont no Brasil, Ricardo Vellutini, em um seminário na Câmara Americana de Comércio, em São Paulo. A empresa é apoiadora do estudo, desenvolvido pelo Economist Intelligence Unit (EIU).

O estudo analisa a segurança alimentar em 109 países. Os critérios fundamentais são a capacidade dos consumidores terem acesso aos alimentos, o abastecimento e a qualidade nutricional. A oscilação de preços de alimentos usada na metodologia é revista a cada três meses. Os dados gerais do estudo são públicos e atualizados anualmente pelos pesquisadores.

Apesar da sua grande produção agrícola, não aparece entre os 10 primeiros colocados no ranking mundial. O país ocupa a 33ª colocação na classificação geral e a 2ª na região da América do Sul e Central, atrás apenas do Chile (72,5 pontos). A nota do Brasil piorou, caindo de 68,6 para 68,1 pontos, mostra o Global Food Security Index (GFSI).

“Um dos principais pontos negativos do Brasil é a infraestrutura”, disse Ricardo Vellutini, mencionando também a situação do PIB per capita do país. De outro lado, pesam a favor fatores como pesquisa e desenvolvimento na área agrícola e programas sociais voltados para a alimentação.
 

Mundo
De um modo geral, a segurança alimentar melhorou em 70% dos países analisados. O menor impacto da alimentação no consumo doméstico, além da melhoria dos programas de segurança alimentar são apontados como fatores. “Quanto menor o volume de recursos usados para consumir alimentos, melhor”, explicou Vellutini.

De acordo com os dados, a média geral dos países chegou a 56,1 pontos. Quanto mais próximo de 100, melhor a situação. Individualmente, Uganda teve a maior evolução na segurança alimentar, que teve uma elevação de 5,8 pontos e passou a 45,6 pontos. Regionalmente, a África Subsaariana é a região com maior vulnerabilidade alimentar, disse Vellutini.

“Na África, houve uma pequena melhora, mas qualquer melhora na região é significativa”, ponderou o presidente da DuPont do Brasil. América do Sul e Central foi a região com menor índice de crescimento.

O ranking mundial de segurança alimentar, de acordo com o índice, é liderado pelos Estados Unidos (89,3 pontos), seguido por Áustria (85,5) e Holanda (84,4 pontos). Entre os fatores que caracterizam os países mais bem colocados, estão a oferta de alimentos em quantidade suficientes, baixo risco de instabilidades políticas e menor impacto da alimentação no orçamento das famílias.

Os piores países do ranking são República Democrática do Congo (24,8 pontos), Chad (25,5) e Madagascar (27,7 pontos). Entre os fatores que caracterizam os países mais inseguros estão baixo PIB per capita, problemas com infraestrutura agrícola, baixa qualidade de proteína na dieta e a corrupção.

“A corrupção em um país tem impacto no acesso da população ao alimento”, disse Vellutini.

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  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
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    PR
    R$ 122,56
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 129,38
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 10,13
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  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 6,98
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    R$ 6,81
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    R$ 196,95
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