Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,24 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 149,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 155,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,33 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,92 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 6,01 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 129,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,23 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 140,41 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 121,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.563,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.503,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Sorgo sacarino ganha espaço nas usinas para produzir etanol

Executivo da Ceres Sementes do Brasil, Antonio Kaupert, apresentou vantagens na produção de etanol a partir de sorgo sacarino.

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O executivo da Ceres Sementes do Brasil, Antonio Kaupert, apresentou na 5ª Conferência de Novas Tecnologias em Biomassa, na quarta-feira (20), as vantagens do sorgo sacarino para produção de etanol. O evento, realizado na capital paulista, focou em matérias-primas inovadoras para intercalar com a cana-de-açúcar.

A Ceres introduziu no Brasil há pouco mais de dois anos as sementes híbridas de sorgo sacarino marca BLADE®. Essa planta originária da África e conhecida no País desde os anos de 1970 desponta agora como matriz energética alternativa à cana-de-açúcar, e permite às empresas do setor produzir etanol e energia de biomassa na entressafra canavieira.

“O cultivo do sorgo sacarino possibilita a uma usina estender sua produção de etanol ou a cogeração por até 60 dias no ano-safra”, confirma Kaupert. Segundo ele, a cana, o sorgo sacarino e o ‘sorgo energia’ apresentam várias semelhanças, sendo a mais relevante o elevado potencial agroenergético advindo das propriedades da biomassa das culturas.

No entanto, observa Kaupert, o maior atrativo às usinas para aderir aos híbridos é o fato de o maquinário empregado na colheita e na industrialização da cana-de-açúcar adequar-se perfeitamente ao processamento do sorgo sacarino, sem alterações.

“Para produzir etanol ou energia de biomassa através do sorgo sacarino, as usinas não precisam investir em equipamentos, pois a capacidade está instalada. A logística que envolve a colheita na lavoura até o processamento também é a mesma para ambas as matérias-primas”, enfatiza Kaupert.

O gerente assinala ainda que após dois anos de operações efetivas no Brasil, a Ceres conta com um amplo banco de germoplasma de sorgo sacarino adaptado às lavouras brasileiras. Outros itens devem se somar ao portfólio BLADE® nos próximos meses, tendo em vista a entressafra da cana-de-açúcar que começará no mês de novembro próximo.

“A Ceres acredita fortemente na expansão dos ‘sorgoviais’ nas usinas brasileiras de agora às próximas safras. Os híbridos de sorgo sacarino e sorgo energia são hoje reconhecidos como a matriz energética alternativa mais eficiente e com a melhor relação custo-benefício no fomento à produção de etanol e energia”, conclui Kaupert.

Parcerias de peso – Parte do esforço da Ceres para consolidar o sorgo sacarino no Brasil está ancorado em acordos firmados com a Embrapa – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – e a suíça Syngenta, companhia líder mundial do setor de proteção de cultivos e biotecnologia.

Com a Embrapa, a Ceres desenvolverá práticas de manejo agrícola e industrial da nova variedade de sorgo sacarino BRS 511. De acordo com a Ceres, trata-se de uma semente precoce com alto potencial produtivo de colmos e teores elevados de açúcares fermentáveis no caldo. A empresa obteve licenciamento exclusivo para produzir e comercializar as sementes da variedade BRS 511, que passará a integrar o portifólio BLADE®, formado por híbridos de ciclo precoce e pleno.

Já a Syngenta será parceira numa estratégia que visa a desenvolver o sorgo sacarino como fonte de açúcares fermentáveis nas usinas de etanol no Brasil.

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