Oleaginosa precoce rende menos que o esperado ao Norte de Mato Grosso do Sul. Produtores querem evitar a ferrugem.
Soja no MS

A produtividade da soja precoce vem sendo menor que a média esperada, ao Norte de Mato Grosso do Sul. Os agricultores dizem estar alcançando de 40 a 45 sacas por hectare em áreas que renderam mais de 50 sacas na safra passada.
Eles optam pela soja precoce para escapar da ferrugem, que atinge as lavouras com mais força a partir de janeiro e fevereiro. A opção, independentemente da variedade, desaponta o setor.
A explicação dos produtores para a queda está na falta de luminosidade durante os últimos três meses. Há lavouras que, em janeiro, tiveram apenas três dias de sol, conta Alceu Carmona. Em Chapadão do Sul desde 82, ele diz que não lembra de um janeiro tão chuvoso.
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A expectativa é que, com o avanço da colheita da soja de ciclo médio, a produtividade alcance pelo menos os patamares de 2008/09.
A Expedição Safra RPC conferiu que, em propriedades onde a colheita já está a todo vapor, as máquinas estão retirando até 56 sacas de soja por hectare. Chapadão do Sul planta perto de 82 mil hectares de soja, 3 mil a mais que na safra passada, área que a oleaginosa tirou do milho, agora com 15 mil hectares.





















