Rio Grande do Sul, em especial as regiões produtoras de carne suína, caso do Vale do Taquari, pode ser favorecido com a decisão dos Estados Unidos de importar o produto de Santa Catarina.
Nova “brecha” no mercado de suínos
O Rio Grande do Sul, em especial as regiões produtoras de carne suína, caso do Vale do Taquari, pode ser favorecido com a decisão dos Estados Unidos de importar o produto de Santa Catarina. O Estado vizinho foi reconhecido como zona livre de aftosa e outras doenças, pelo Serviço de Inspeção Sanitária Animal e Vegetal dos EUA.
Para o presidente da Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (Acsurs), Valdecir Folador, se as importações americanas forem efetivadas haverá o ganho institucional e de mercado. A certificação catarinense reforça o posicionamento brasileiro frente aos mercados importadores. “Já temos uma produção reconhecida pela qualidade e sanidade”, reforça.
Se os volumes exportados por Santa Catarina forem significativos, pondera Folador, haverá brechas de mercado para a produção gaúcha. O Rio Grande do Sul exportou, de janeiro a setembro de 2010, 162 mil toneladas, contra 176 mil toneladas em 2009. Embora tenha havido redução do volume, o faturamento passou de US$ 354 milhões, no ano passado, para US$ 419 milhões nos nove primeiros meses deste ano.
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O índices brasileiros seguiram o mesmo movimento gaúcho. De janeiro a setembro deste ano, o Brasil exportou 412 mil toneladas, que representaram um volume de negócios de US$ 1 bilhão. No mesmo período de 2009 foram comercializadas 448 mil toneladas, equivalentes a US$ 887 milhões.





















