A estrutiocultura no Brasil, segundo o MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento cresceu 806% entre os anos de 2005 e 2006.
Estrutiocultura cresce com o apoio do Governo do Estado
Redação (14/03/07) – No Tocantins, apesar da criação ainda ser pequena já participa do mercado nacional através do intercooperativismo. O Governo do Estado por meio da Seagro – Secretaria da Agricultura, Pecuária e Abastecimento apóia o setor, inclusive com a liberação de recursos para um frigorífico adaptado para o abate de avestruz.
A grande aceitação da carne em âmbito nacional e a baixa oferta tornam o comércio de avestruz altamente atraente. Com a união das cooperativas de outros estados, a Coocaveto – Cooperativa dos Criadores de Avestruz do Tocantins faz parte da marca Avistruz. Juntos, atuam ativamente no setor de carnes nobres. Segundo o engenheiro agrônomo da Seagro, Waldonês Cerqueira, diante das dificuldades ocorridas recentemente em relação à criação de avestruz, houve alguns ganhos, como a estruturação do setor, a criação da Federação Tocantinense e o Núcleo Gestor de Estrutiocultura.
A Seagro acredita na estrutiocultura como mais uma opção para o produtor rural. Segundo o Secretário de Agricultura, Roberto Sahium, serão realizadas diferentes atividades em 2007. Entre elas: orientações técnicas, campanhas para incentivar o consumo e pesquisas científicas. Com a implantação do frigorífico, a Coocaveto em parceria com a Seagro, pretende industrializar no Tocantins a carne de avestruz. Todo o trabalho é realizado em São Paulo. “A industrialização da carne no Estado será benéfico para geração de emprego e renda”, argumenta Sahium.
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