Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,27 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,69 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 152,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,48 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,02 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 131,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 141,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 143,17 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Agronegócio empurra indústria do Paraná

A indústria mecânica teve um crescimento de mais de 20% impulsionada pela produção de colheitadeiras agrícolas.

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Da Redação 16/03/2004 – 05h29 – A indústria da Região Sul registrou um crescimento de 4,7% em janeiro de 2004 se comparado ao mesmo período do ano anterior. Essa foi a quinta taxa positiva consecutiva do setor, segundo os dados divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O indicador acumulado nos últimos 12 meses apresentou alta de 1,6%. O crescimento teve como principal responsável o setor dos agronegócios. A indústria mecânica teve aumento de 20,3%, impulsionada pela produção de colheitadeiras agrícolas. Já a indústria química teve alta de 6,3%, principalmente por causa da produção de fungicidas, herbicidas e inseticidas.

As influências negativas vieram das indústrias de vestuário e calçados (-10,5%) e de madeira (-4,7%). Apesar de não ter registrado a maior alta da Região Sul, a indústria paranaense apontou um aumento de 1,7% em janeiro se comparado ao mesmo período de 2003. Esse foi o sétimo aumento consecutivo e reflete o aumento de produção em nove dos 19 setores pesquisados. Os principais impactos positivos vieram da indústria química (15,1%) e de alimentos (11,1%). A pressão negativa mais significativa veio da indústria de minerais não metálicos, com queda de -8,3%. O índice reflete principalmente a queda na fabricação de cimento.

A maior alta da indústria brasileira veio do Rio Grande do Sul, que apresentou aumento de 11,3%. O indicador acumulado nos últimos 12 meses passou de 3,8% para 4,5% entre dezembro e janeiro. O bom resultado do mês de janeiro reflete a ampliação na atividade de dez dos 19 ramos pesquisados. A maior influência veio em decorrência do dinamismo da mecânica (53,7%). O material de transporte teve crescimento de 16,6%, com aumento na produção de reboques e semi-reboques. Entre os setores que reduziram a produção, a maior pressão veio de vestuário e calçados (-16,2%).

A produção industrial de São Paulo iniciou o ano de 2004 com crescimento significativo de 4,6%. No indicador acumulado dos últimos 12 meses, a indústria paulista manteve sua produção em trajetória ascendente ao registrar 0,8% em janeiro, enquanto em dezembro a taxa ficou em 0,6%. Entre os locais que registraram queda na produção industrial, o Rio de Janeiro teve o menor desempenho (-5,9%). O setor que colaborou para o índice negativo foi o da indústria extrativa mineral, principalmente petróleo e gás natural (-6,9%). Na indústria de transformação, o ramo têxtil foi o que apresentou a maior queda, -53,6%.

Ao mesmo tempo que o IBGE registrou ontem aumento na produção industrial paranaense, a Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) constatou uma elevação nas vendas industriais em janeiro de 12,53% em relação ao mesmo período de 2003. Dos 18 gêneros pesquisados, 12 obtiveram resultados positivos no Paraná. Os produtos que mais colaboraram para o resultado positivo foram os farmacêuticos e veterinários, bebidas, química e madeira.

Com relação às exportações, a pesquisa Fiep aponta que houve crescimento de 8,9%. O resultado das vendas internacionais foi impulsionado, principalmente, pela comercialização de produtos alimentares, com alta de 104,24%.

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