O Mapa firmou termo de cooperação com a UBA, Abef e CNA para intensificar o Programa Nacional de Controle e Melhoria da Qualidade do Frango.
Frango produzido no país terá melhor controle
Redação AI 11/07/2003 – O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento firmou ontem (10) termo de cooperação com a União Brasileira de Avicultura (UBA), Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frangos (Abef) e Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), para intensificar o Programa Nacional de Controle e Melhoria da Qualidade do Frango. Segundo o secretário executivo do ministério, Amauri Dimarzio, o acordo vai permitir fortalecer a fiscalização, dar um reforço de orçamento e de técnicos especializados da área. “Por exemplo, a industria poderá nos ajudar, investindo em equipamentos sem precisar passar por uma licitação”,disse. No encontro, ficou decidida a criação de um grupo de trabalho com dois representantes do setor e três do ministério, para atuar no Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa). De acordo com Dimarzio, “será o pequeno comitê responsável pela gestão desse convênio”. Também foi anunciada uma proposta para implantar um selo de qualidade do setor. Segundo Júlio Cardoso, presidente da Abef, a finalidade do convênio é desenvolver e dinamizar as exportações do setor, garantindo não só a qualidade da carne exportada, como também a doméstica. “Hoje, o Brasil é o segundo maior produtor e exportador mundial de frangos, respondendo por um terço do total comercializado no mercado internacional”, disse Cardoso. A Abef tem 18 associados, responsáveis por 75% da produção brasileira frango e 96% das exportações.
Leia também no Agrimídia:
- •Argentina confirma novo surto de Influenza Aviária em granja comercial e reforça alerta sanitário na avicultura
- •A avicultura brasileira e o mercado mundial de carnes no Anuário Avicultura Industrial
- •Vibra Foods exporta para mais de 70 países e conecta mais de 900 famílias produtoras ao mercado de proteína de frango
- •Acordo UE-Mercosul pode gerar perdas severas à avicultura e à agropecuária da Polônia, aponta estudo





















