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Produtores de carne driblam dívidas e restrição russa

Nos mercados em Moscou, na Rússia, o porco brasileiro é procedente de SC, MG e GO.

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Produtores de carne driblam dívidas e restrição russa

Diante da crise na Europa e do embargo da Rússia, as exportações de carne se encontram em um momento delicado. Apesar de estáveis, com a venda de 458.933 toneladas por mês e lucro de US$ 2,184 bilhões de janeiro a maio deste ano, a variação do preço médio sofreu leve queda de 0,24%. A crise na Europa afeta e muito este setor. E se o preço da carne bovina se mantém estável, o mesmo não ocorre com a proteína suína, que teve queda de 14,4% em seu preço médio, no primeiro semestre de 2012.

Com o aumento do dólar e o real desvalorizado, os exportadores ficam mais otimistas com o mercado internacional. “A alta do dólar, que poderia ser um fator prejudicial, ajuda quanto à competitividade no setor”, pondera o presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), Pedro de Camargo Neto. Por outro lado, os insumos agrícolas, como adubos e herbicidas importados, devem ficar mais caros, o que pode acarretar em prejuízos para os produtores.

Além disso, os frigoríficos brasileiros contabilizam excessivas dívidas em dólar, que estão acima do patamar esperado. O endividamento gira em torno de 3 a 4 vezes maior que o Ebitda (na sigla em inglês, “lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização”) das empresas. “De três anos para cá, a dívida aumentou consideravelmente, pois essas empresas fizeram muitas aquisições após a abertura de capital. Os resultados, mais fracos que os esperados, também contribuíram. O ciclo brasileiro é favorável e deve permanecer assim por mais um ou dois anos”, disse Cauê Pinheiro, analista de investimentos da SLW Consultoria. O JBS apresentou dívida líquida de US$ 14 bilhões no primeiro trimestre de 2012, enquanto o Mafrig deve US$ 8,5 bilhões, e o Minerva, US$ 1,5 bilhão.

A influência do embargo russo ao Brasil – Devido ao embargo russo a alguns Estados, apenas quatro plantas no Brasil estão operando o embarque da carne suína: duas em Santa Catarina, uma em Goiás e outra em Minas Gerais. Estão em situação irregular, segundo as normas aduaneiras da Federação Russa, o Rio Grande do Sul, o Paraná e o Mato Grosso do Sul. Há mais de um ano rejeitando o comércio de carne destas três origens, o fim da restrição parece estar próximo. Prevista para 23 de julho, a vinda de uma “missão russa”, com uma comissão do serviço sanitário do país europeu, irá reavaliar as condições que determinam o bloqueio nessas regiões. A vigência destas regras se iniciou em 2012 e inclui, entre os países que têm restrições à carne brasileira, Bielorrússia e Cazaquistão.

Para o diretor-executivo do Sindicato das Indústrias de Produtos Suínos do Estado do Rio Grande do Sul (SIPS-RS), Rogério Kerber, com a retomada da venda aos russos a situação deverá melhorar consideravelmente: “A expectativa em decorrência do que foi trabalhado no período é de que não haja mais restrições para retomar o embarque nesses Estados”, explicou Kerber. Por enquanto, a alternativa dos exportadores embargados foi buscar outros mercados, em busca de compensações. Destinos como Hong Kong e Ucrânia tiveram crescimento expressivo na exportação suína, o que minimizou as dívidas em dólar e aumentou a receita dos suinocultores.

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