Estados Unidos e China sinalizam estarem perto de acordo sobre câmbio. Reunião do G-20 acontece em novembro.
Acordo de gigantes
Um consultor do banco central chinês disse ontem que a China e os EUA definiram as bases de um acordo para a reunião do G-20, em novembro, sobre a adoção de metas para redução dos desequilíbrios comerciais. Li Daokui, do comitê de política monetária do banco central, disse que houve “um bom progresso” na reunião dos ministros das finanças do G-20 na Coreia do Sul, no fim de semana, que mudou as discussões da “questão superficial” das taxas de câmbio nominais para “discussões sobre a substância do reequilíbrio do comércio mundial”.
Embora Li não seja um formulador de política monetária, seus comentários sugerem que há apoio na China à proposta dos EUA de estabelecer limites aos superávits e déficits em conta corrente de cerca de 4% do PIB. “Fiquei bastante encorajado com a reunião do G-20”, disse Li. “Agora será possível para os dois governos [EUA e China] e outros países chegarem a bom entendimento”.
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