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Grupo X tem feito progressos no equacionamento de dívidas, diz BNDES

O presidente do BNDES disse estar otimista quanto à percepção sobre a economia brasileira.

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Grupo X tem feito progressos no equacionamento de dívidas, diz BNDES

As empresas do grupo X têm feito progressos importantes no equacionamento de suas dívidas, avaliou o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, há pouco, durante evento no Rio. Segundo ele, as empresas MPX, braço de energia do grupo; LLX, braço logístico, e MMX, de mineração, concentram parcela muito elevada da dívida que o grupo tem com o banco.

“Ainda estão em tratativa final, não devo comentar, mas sinaliza equacionamento”, disse Coutinho, assegurando não estar preocupado, quando questionado sobre o risco de calote ao BNDES. “Uma vez confirmada a solução desses três casos [MPX, LLX e MMX], praticamente se resolve a exposição de risco do BNDES.”

Quando questionado se o banco estaria para fechar o valor do aporte junto ao Tesouro Nacional para compor desembolsos esperados de R$ 190 bilhões em 2013, o presidente do BNDES não confirmou o valor a ser negociado. Ele disse apenas que o banco está em tratativas para a captação.

“Quando uma empresa está em tratativas, ela fica em silêncio”, disse Coutinho. “Lembrem-se da coletiva de desembolsos do banco”, acrescentou, ao ser questionado sobre quando o aporte deveria sair. Na entrevista coletiva sobre desembolsos do BNDES no primeiro semestre, ocorrida em agosto, Coutinho havia informado que o banco tinha recursos para fazer frente aos desembolsos até o mês de setembro.

Sobre os desempenho das liberações do banco nos últimos meses, Coutinho informou que julho e agosto têm mantido a média mensal de R$ 14 bilhões a R$ 15 bilhões. “As consultas também estão mantendo patamar elevado”, disse.

Para o ano que vem, a expectativa é positiva, na análise de Coutinho, que não descartou a possibilidade de 2014 registrar o mesmo nível de liberações projetadas para 2013. “Mas temos que avaliar nossa estratégia em função de uma série de ações que foram feitas em 2013 e que não necessariamente [se repetirão]. As concessões certamente demandarão mais em 2014”, ponderou, referindo-se indiretamente às aguardadas concessões na área de infraestrutura.

Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), Coutinho disse esperar um avanço de “no mínimo 2,5%, podendo surpreender para melhor”, disse. “Se tivermos crescimento zero no terceiro e quarto trimestre, dá um PIB de 2,5%”, acrescentou. Segundo ele, se houver algum crescimento neste segundo semestre, o PIB tem possibilidade de chegar a 3%.

O presidente do BNDES disse estar otimista quanto à percepção sobre a economia brasileira. Na avaliação dele, o nervosismo em relação às incertezas do cenário internacional – que, por vezes, afetou negativamente as expectativas quanto à economia brasileira – está sendo superado.

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