Influência do dólar e exportações aquecidas aumentam as cotações destas commodities.
Valorização do milho e soja
Os contratos futuros do milho subiram na sexta-feira em Chicago para o maior patamar em sete meses, em grande parte impulsionados pela desvalorização do dólar, que eleva as perspectivas para as exportações americanas. Segundo a Bloomberg, especuladores que estavam ausentes podem retornar ao mercado, enxergando oportunidades com os preços em alta, na medida em que a economia americana se firma e a demanda cresce. “O dólar em queda poderá dar suporte aos grãos”, disse Louise Gartner, da Spectrum Commodities LLC. Na bolsa, os contratos para setembro fecharam a US$ 4,4625 por bushel, com alta de 7,25 centavos de dólar.
No mercado interno, a saca de 60 quilos fechou a R$ 22,26, com queda de 0,22%, segundo o Cepea.
Soja- Especulações de que a demanda internacional por soja irá reduzir os estoques dos EUA acabaram provocando nova valorização nos preços futuros da commodity em Chicago, na sexta-feira. Segundo o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), os americanos embarcaram 237,4 mil toneladas de soja na semana encerrada em 21 de maio. “As vendas ao exterior vão manter o entusiasmo”, disse à Bloomberg Mark Schultz, da Northstar Commodity Investments, lembrando que a demanda pela soja americana reflete também a preocupação com a redução de safra no Brasil e na Argentina. Em Chicago, papéis para agosto fecharam a US$ 11,485 por bushel, alta de 8 centavos.
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No mercado interno, a saca fechou a R$ 49,91, segundo o indicador Cepea/Esalq.
– Com informações do Valor Econômico.





















