O Bt11 é a primeira semente geneticamente modificada da empresa aprovada para comercialização no País.
CTNBio aprova milho geneticamente modificado da Syngenta
Redação (21/09/07) – A Syngenta obteve ontem (20/09), aprovação no Brasil do Bt11 – milho geneticamente modificado resistente a insetos praga lepidópteros. Os membros da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), reunidos em Brasília, concederam parecer favorável à liberação comercial do milho para cultivo, alimentação animal e humana.
Para Ademir Capelaro, diretor de pesquisa e desenvolvimento da Syngenta, a aprovação do milho Bt11, coloca o Brasil em linha com o mercado mundial, além de fortalecer o compromisso da empresa para o desenvolvimento do agronegócio no País.
"Os próximos passos são fazer o registro dos híbridos no Ministério da Agricultura e iniciar a multiplicação das sementes. A partir de agora os produtores terão uma opção a mais em solução para a resistência de insetos praga lepidópteros, elevando o grau de competitividade da agricultura brasileira", afirma o executivo.
Leia também no Agrimídia:
- •Carne suína avança no mercado externo e reforça diversificação das exportações do Paraná em 2026
- •Exportações de carne de frango impulsionam alta de 5,4% nas proteínas animais do Paraná no 1º trimestre de 2026
- •Crédito rural empresarial atinge R$ 404 bilhões no Plano Safra 2025/2026 e cresce 10%
- •Importações de ovos pressionam mercado e acendem alerta no Reino Unido
O Bt11 é cultivado e consumido em outros países há uma década. Atualmente, há milho geneticamente modificado aprovado em 13 países. O milho Bt11 da Syngenta está aprovado para cultivo, alimentação animal e humana, entre outros países, na Argentina, Canadá, Filipinas, Estados Unidos e África do Sul.
De acordo com informações do Serviço Internacional de Aplicações em Agrobiotecnologia (ISAAA), em 2006, foram cultivados 25,2 milhões de hectares desta variedade no mundo. Esses produtos só chegaram ao campo e à mesa dos consumidores após diversas e rigorosas avaliações científicas – definidas pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que comprovaram a sua segurança ambiental e alimentar para humanos e ração animal.
Atualizando dados.
















