Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,96 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,50 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,64 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,52 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,56 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,02 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,05 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,07 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 173,75 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 175,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 191,47 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 192,05 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 164,20 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 186,13 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,24 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,27 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.288,15 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.157,76 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 200,45 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 173,82 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 158,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 175,88 / cx

Redação SI 12/04/2002 – Considerado um dos melhores ministros que a cadeira da Agricultura brasileira já teve, o gaúcho Marcus

Pratini de Moraes: “no que se refere à carne suína, os avanços na qualidade e na sanidade do rebanho são cada vez mais reconhecidos e valorizados tanto no mercado interno como no mercado internacional”

Vinícius Pratini de Moraes afirma que é preciso manter o diálogo e a parceria junto aos produtores para realizar um bom trabalho com toda a cadeia produtiva. Economista, com pós-graduação em Administração Pública e Administração de Empresas, Pratini de Moraes vem conseguindo abrir novas portas para o agribusiness brasileiro. Desde a sua entrada no Ministério, em julho de 1999, tem trabalhado com diplomacia para conquistar e ampliar os mercados internacionais para os produtos brasileiros, principalmente à carne suína. Veja a entrevista com o ministro Pratini de Moraes:

O Brasil comemorou o aumento de US$ 1 bilhão nas suas exportações de carnes em 2001 sobre o resultado do ano anterior. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento contribuiu muito para esse resultado. Nesse sentido, quais foram as principais medidas aplicadas pelo Ministério para ajudar a ascensão do setor de carnes do Brasil no mercado internacional, principalmente no segmento de suínos?

Ministro – Nós trabalhamos em estreita harmonia com o Ministério das Relações Exteriores junto a Organização Mundial do Comércio (OMC) para conseguirmos um compromisso dos países desenvolvidos que resulte na gradativa eliminação dos subsídios à exportação, que hoje representam um dos principais fatores de depressão dos preços no mercado internacional. Tenho afirmado, diversas vezes, que o futuro do agronegócio brasileiro é fundamentalmente uma questão a mercados e preços remuneradores. No que se refere aos segmentos de suínos temos negociado maior abertura de mercados, por exemplo, com o Leste Europeu e estamos em entendimentos com o restante da Europa.

Por que houve a mudança da nomenclatura Ministério da Agricultura e Abastecimento para Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento?

Ministro – A sugestão foi dada pelo presidente Fernando Henrique Cardoso durante a abertura da Expozebu realizada no início de maio do ano passado em Uberaba, Minas Gerais. Ao acrescentar “Pecuária” ao nome do ministério o governo dá mais visibilidade às ações do órgão, que pretende dinamizar ainda mais no País a produção de carnes. Em breve, o Brasil será o maior consumidor e produtor de carne do mundo.

Que avaliação o senhor faria da atual suinocultura brasileira? O que o setor pode esperar para os próximos cinco anos (em termos de tecnologia de produção, linhas de crédito e mercado internacional)?

Ministro – O segmento suinícola brasileiro conquistou avanços na qualidade e na sanidade do rebanho e isso está sendo cada vez mais reconhecido e valorizado nos mercados interno e internacional. O governo continuará trabalhando, dentro de suas disponibilidades, em parceria com os produtores. Este trabalho conjunto tem apresentado resultados alentadores e as correções que podem ser feitas serão traçadas como até agora, sempre por meio do diálogo.