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Economia

Rio Grande do Sul suspende FAF para setor de proteína animal

FAF consiste em um percentual progressivo aplicado sobre os créditos presumidos concedidos pelo estado para aquisição de insumos por diferentes setores da economia

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Rio Grande do Sul suspende FAF para setor de proteína animal

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, comunicou por meio de uma publicação no Diário Oficial do Estado a suspensão imediata do Fator de Ajuste de Fruição (FAF) para todo o segmento de proteína animal no estado. Essa medida, com efeito retroativo a partir de 1º de julho, estará em vigor até 31 de dezembro deste ano. A suspensão do FAF era uma das principais demandas desse setor, que abrange avicultura, suinocultura, bovinocultura e laticínios, e alegava que essa exigência fiscal estava prejudicando sua competitividade.

O FAF consiste em um percentual progressivo aplicado sobre os créditos presumidos concedidos pelo estado para aquisição de insumos por diferentes setores da economia gaúcha provenientes de outras unidades da federação. A suspensão desse fator significa que as empresas terão acesso a 100% desses créditos, mesmo ao adquirirem insumos de fora do estado. Esses créditos presumidos são descontos fiscais concedidos com base em índices variáveis para incentivar os diversos segmentos econômicos a comprarem seus insumos dentro do próprio estado, estimulando, dessa forma, a economia local.

A decisão de suspender o FAF resultou das ações do Grupo de Trabalho (GT) de Proteína Animal, liderado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec). Desde sua criação, em 14 de junho deste ano, o GT tem colaborado com o Gabinete do Governador, as secretarias da Fazenda, da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação, a Frente Parlamentar da Agropecuária Gaúcha e deputados estaduais para atender às demandas desse setor.

Leite elogiou os esforços conjuntos dos departamentos envolvidos e dos parlamentares da Assembleia Legislativa, que advogaram por essa demanda por meio da Frente Parlamentar da Agropecuária e da Comissão da Agricultura. De acordo com ele, o objetivo unificado é aprimorar o ambiente de negócios para o setor de proteína animal.

O vice-governador, Gabriel Souza, também ressaltou a importância da suspensão do FAF, proporcionando maior competitividade para esse setor. Ele reforçou que essa medida é fruto de meses de estudos e discussões do GT, considerando a relevância do segmento de proteína animal para o Rio Grande do Sul, responsável por gerar mais de 900 mil empregos diretos e indiretos.

Ernani Polo, titular da Sedec e coordenador do GT de Proteína Animal, enfatizou que essa medida demonstra a atenção do governo às demandas dos empresários e sua busca por atendê-las de forma segura e estável. O secretário da Casa Civil, Artur Lemos, afirmou que essa decisão aliviará o cenário econômico atual e permitirá a retomada das atividades comerciais.

A suspensão do FAF foi recebida positivamente pelo setor de proteína animal, que enfrentou dificuldades nos últimos anos devido a desafios como estiagens e aumento nos preços de combustíveis, embalagens e fretes. Essa medida representa uma redução na carga tributária, devolvendo competitividade ao setor em relação a outros estados.

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