Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 71,98 / kg
Soja - Indicador PRR$ 123,24 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 130,20 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,21 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,68 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,65 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,80 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 182,51 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 200,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 207,25 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 223,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 173,72 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 201,21 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,03 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,07 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.219,92 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.093,06 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 222,89 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 196,13 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 187,56 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 197,23 / cx
Empresa

Merial cresce no Brasil

Merial dribla incertezas e amplia vendas no País. Depois de um início de ano “assustador”, faturamento da empresa cresce puxado pela divisão de ruminantes.

Enquanto aguarda o desfecho da transação que resultará na formação de um dos maiores grupos de saúde animal do planeta, a Merial continua a avançar no mercado veterinário brasileiro, principalmente na área de bovinos.

De acordo com Amauri Cavalheiro, diretor de operações da divisão de ruminantes da empresa no País, depois de um início de ano “assustador”, o faturamento da frente sob seu comando deverá atingir R$ 108 milhões em 2009, 5,4% mais que em 2008.

O valor, equivalente a 30% da receita da empresa no Brasil, exclui a linha de vacinas contra a febre aftosa. Com ela, o faturamento representa 70% do montante total.

A taxa de crescimento deste ano é menor que a de 2008 – de 8,2%, acima do incremento de 3,5% do mercado em geral -, mas no contexto da desaceleração global derivada do debacle financeiro americano é motivo de efusivas comemorações internas.

Tal desaceleração, combinada a barreiras sanitárias europeias e à depreciação do dólar, ainda prejudica as exportações de carnes em geral e preocupa os pecuaristas – que também encaram os problemas derivados da crise que abalou frigoríficos como Independência.

“Tivemos um primeiro trimestre complicado, com fortes quedas de demanda e vendas. Como somos fortes em produtos premium, caímos mais que o mercado em geral no intervalo. Mas em abril tivemos sinais de melhora e em maio o panorama mudou”, diz Cavalheiro.

Segundo ele, maio foi o primeiro mês de 2009 em que houve alta das vendas em relação ao mesmo mês de 2008. No último mês de agosto, lembra o executivo, a divisão de ruminantes da Merial registrava novo recorde de demanda.

Com isso, a companhia voltou a ganhar fôlego para manter a liderança de mercado nas vendas para pecuaristas. Após cinco anos na segunda posição, a ponta foi alcançada em 2008. Segundo a Kleffmann, multinacional de pesquisas, o “market share” da Merial nos segmentos de pecuária de corte e de leite foi de 14,8%.

“Foi a pecuária de corte que puxou esse avanço, que passou a ser ainda mais estratégico depois que o grupo definiu centrar o foco nos países emergente do ‘Bric’ [Brasil, Rússia, Índia e China], há dois anos. Nos próximos anos, nosso potencial de crescimento na pecuária leiteira é grande”, diz Cavalheiro.

Até outubro deste ano, informa Cavalheiro, a demanda por produtos da divisão liderada por ele aumentou 15% em relação a igual intervalo de 2008.

Para o futuro, estratégia e tática da Merial dependem do desenlace das negociações entre as farmacêuticas Sanofi-Aventis (sua atual controladora) e Merck & Co. para a criação de uma joint venture de saúde animal que deverá incluir as operações da Schering-Plough.

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