Município gaúcho conta agora com uma empresa familiar voltada para a produção de frango.
Venâncio Aires entra para avicultura
Depois da criação da agroindústria de peixes, o município gaúcho conta agora com uma empresa familiar voltada para a produção de frango. A inauguração será na próxima quinta-feira (12/11), onde serão abatidos cerca de 50 frangos coloniais. A agroindústria localizada em Linha Hansel, na propriedade de Rui Hansel, é de responsabilidade de Rogério Sebastião Goethel, que recebeu nessa semana a liberação para iniciar o trabalho. Conforme o coordenador do Sistema Municipal de Inspeção (SIM), Luciano Frozza, o local tem capacidade para abater 200 animais por dia, mas deverá funcionar conforme a necessidade de mercado.
Este novo empreendimento se soma aos outros 28 já existentes no município, apenas no setor animal. “Chegamos ao número de 29 agroindústrias monitoradas pelo SIM, que auxiliam os nossos agricultores na diversificação do fumo através do trabalho com embutidos, mel, peixes, bovinos e agora frangos coloniais. É mais uma conquista do trabalho em conjunto da secretaria com a Emater e os produtores rurais”, salienta Frozza.
“O frango colonial, diferente dos comercializados normalmente, é abatido com cerca de três a quatro meses. Devido a este tempo a produção necessita ser muito grande para dar conta da comercialização. Por isso, acreditamos que a agroindústria motivará outros agricultores a criarem esse tipo de animal”, acredita o coordenador. Atualmente, a equipe do SIM atua com três veterinários e dois técnicos rurais no apoio e monitoramento das agroindústrias e abatedouros. Eles realizam visitas periódicas aos locais e ainda participam rotineiramente do processo de abater os animais.
Leia também no Agrimídia:
- •Exportações de frango batem recorde de 493 mil toneladas e setor monitora conflito no Oriente Médio
- •Exportações de ovos atingem maior volume para fevereiro desde 2013
- •Rio Grande do Sul intensifica ações contra influenza aviária
- •Produção de frango em Angola avança em 2026, mas país segue dependente de importações
“O trabalho só é feito com a presença de um veterinário, para acompanhar e verificar se a carne está apta ou não para o consumo humano”, explica Luciano Frozza. Além da agroindústria de peixe e frango, este ano o SIM também auxiliou na criação da empresa familiar de mel localizada na região serrana do município.





















