Plantadores de soja e frigoríficos são os fornecedores de 95% da matéria-prima para a produção do combustível.
Agronegócio domina biodiesel
Na média dos últimos 11 meses, de acordo com a Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP), a soja ficou com 79% e o sebo, com 16%.
Em terceiro lugar, com menos de 3%, aparece o óleo de girassol. A mamona, carro-chefe da publicidade oficial, não aparece.
Ricardo Dornelles, Diretor do Departamento de Combustíveis Renováveis do Ministério de Minas e Energia, diz que alguns fatores contribuíram para que a mamona não tivesse o desempenho esperado, como baixa produtividade e falta de cultura de associativismo no Nordeste.
Leia também no Agrimídia:
- •Poder de compra do avicultor em São Paulo reage em abril após queda no milho e farelo de soja
- •Suíno vivo acumula queda histórica de 32,8% em 2026 e atinge menor patamar da série iniciada em 2002
- •Vigilância sanitária comprova ausência de Influenza Aviária e Newcastle no Tocantins
- •Argentina é declarada livre de Influenza Aviária H5N1 após controle de foco
Para Fábio Trigueirinho, diretor-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), a liderança da soja aconteceu porque o produto já tinha um patamar alto de produtividade, por conta de pesquisas feitas há vários anos.





















