Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,24 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 147,67 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 153,90 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,25 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,46 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,66 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,58 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,62 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,07 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,98 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,79 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,40 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.538,46 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.454,59 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,63 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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P&D

Ovos de galinha são usados para fazer vacina

Grandes laboratórios utilizam o ovo no processo de produção da vacina contra a gripe. Eles favorecem o cultivo para os micro-organismos. Separados, processo os torna inativos.

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A maior parte dos laboratórios utiliza ovos fecundados de galinha no processo de produção da vacina contra a gripe. Vírus atenuados da doença são injetados dentro dos ovos, que funcionam como meios de cultivo para os micro-organismos. Eles infectam as células do embrião da ave. Em um processo com várias etapas, separam-se os vírus das substâncias do ovo. Os microrganismos são, então, misturados a uma solução fisiológica que contém um composto capaz de torná-lo inativo. A vacina está pronta.

Quando a vacina é injetada no organismo humano, os fragmentos do vírus inativo acionam uma resposta do sistema imunológico que produz anticorpos contra o invasor. Se um verdadeiro vírus da gripe entrar no corpo, o sistema imunológico vai reconhecê-lo e produzir os anticorpos certos para destruí-lo antes de provocar a doença.

Alguns laboratórios substituem os ovos por culturas de células. No Brasil, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) tenta adquirir a tecnologia, mas considera que isso só será possível dentro de alguns anos. Em tese, o novo método permitiria a produção de novas vacinas em menos tempo. Por enquanto, a única fábrica capaz de produzir a vacina na América Latina fica no Instituto Butantã, em São Paulo, mas ainda não está em funcionamento.

O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), anunciou que o Butantã deve começar a produção da vacina em janeiro do próximo ano e entregará, até abril, 18 milhões de doses de imunizações contra o vírus da Influenza A (H1N1), popularmente conhecida como gripe suína.

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