Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 66,47 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 152,21 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 158,17 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,70 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,68 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,77 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 138,39 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 140,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 154,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 155,89 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 129,22 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,27 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,21 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,23 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.566,88 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.484,33 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 158,58 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 133,76 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 135,22 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 148,68 / cx
Mercado Externo

China restringe suíno de 5 países

Governo chinês mantém sua imposição de novas exigências para importação de carne suína de países da União Europeia.

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A China manteve sua posição de impor novas exigências para as importações de carne suína de cinco países da União Europeia, após reunião entre a comissária de Saúde do bloco e representantes do serviço de segurança alimentar chinês, em Pequim, informa o Wall Street Journal. Na semana passada, a China anunciou novas regras para importar carne suína da Dinamarca, França, Itália e Espanha, assim como do Canadá.

O país passou a exigir a comprovação de que os animais abatidos não foram contaminados pelo vírus da gripe H1N1 e a desinfecção de todos os contêineres. Importações do produto da Irlanda já tinham sido sujeitas às mesmas determinações.

A UE se opõe às medidas, que impõem custos adicionais para os exportadores. O bloco alega também que seus produtos de origem suína são seguros. “Em toda a União Europeia tivemos apenas um caso de contaminação pelo vírus H1N1, em uma granja particular da Irlanda, e adotamos medidas muito rígidas de biossegurança no local”, afirmou a comissária de saúde e segurança alimentar da UE, Androulla Vassiliou.

Ela citou uma declaração conjunta, de maio deste ano, da Organização Mundial da Saúde (OMS), da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), dizendo que o H1N1 não é transmitido por meio do consumo de carne suína.

De seu lado, a China defendeu as medidas. “Temos que proteger o país da transmissão da epidemia externa, e também impedir que a doença se espalhe mais no país”, afirmou Yu Taiwei, chefe de segurança alimentar para importação e exportação, da Administração Geral para Qualidade de Supervisão, Inspeção e Quarentena (AQSIQ), do governo chinês. Ele negou que as medidas constituam restrição comercial. “Estão em conformidade com as regras da Organização Mundial do Comércio”, afirmou.

O governo e a indústria de suínos dos Estados Unidos também têm reclamado constantemente a respeito das recentes medidas tomadas pela China para restringir as importações de produtos norte-americanos por causa do H1N1.

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