Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,96 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,06 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,14 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,16 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,56 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,20 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 153,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 151,91 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,95 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,11 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,42 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,92 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.348,29 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,43 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,19 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 150,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,72 / cx
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Mercado Externo

China restringe suíno de 5 países

Governo chinês mantém sua imposição de novas exigências para importação de carne suína de países da União Europeia.

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A China manteve sua posição de impor novas exigências para as importações de carne suína de cinco países da União Europeia, após reunião entre a comissária de Saúde do bloco e representantes do serviço de segurança alimentar chinês, em Pequim, informa o Wall Street Journal. Na semana passada, a China anunciou novas regras para importar carne suína da Dinamarca, França, Itália e Espanha, assim como do Canadá.

O país passou a exigir a comprovação de que os animais abatidos não foram contaminados pelo vírus da gripe H1N1 e a desinfecção de todos os contêineres. Importações do produto da Irlanda já tinham sido sujeitas às mesmas determinações.

A UE se opõe às medidas, que impõem custos adicionais para os exportadores. O bloco alega também que seus produtos de origem suína são seguros. “Em toda a União Europeia tivemos apenas um caso de contaminação pelo vírus H1N1, em uma granja particular da Irlanda, e adotamos medidas muito rígidas de biossegurança no local”, afirmou a comissária de saúde e segurança alimentar da UE, Androulla Vassiliou.

Ela citou uma declaração conjunta, de maio deste ano, da Organização Mundial da Saúde (OMS), da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), dizendo que o H1N1 não é transmitido por meio do consumo de carne suína.

De seu lado, a China defendeu as medidas. “Temos que proteger o país da transmissão da epidemia externa, e também impedir que a doença se espalhe mais no país”, afirmou Yu Taiwei, chefe de segurança alimentar para importação e exportação, da Administração Geral para Qualidade de Supervisão, Inspeção e Quarentena (AQSIQ), do governo chinês. Ele negou que as medidas constituam restrição comercial. “Estão em conformidade com as regras da Organização Mundial do Comércio”, afirmou.

O governo e a indústria de suínos dos Estados Unidos também têm reclamado constantemente a respeito das recentes medidas tomadas pela China para restringir as importações de produtos norte-americanos por causa do H1N1.

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