Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,65 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,38 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 161,00 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,24 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 4,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,01 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 131,23 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 140,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 123,84 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,28 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.538,40 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.437,03 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 125,60 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 142,66 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 157,15 / cx
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Economia

Preços agrícolas sobem

De acordo com o IEA, cotações no atacado do Estado de São Paulo subiram 1,17% na 2ª prévia de setembro.

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Os preços agrícolas no atacado de São Paulo estenderam a alta que abriu o mês de setembro e avançaram 1,17%, informou nesta quinta-feira (17/09) o Instituto de Economia Agrícola (IEA) na segunda prévia para o mês. Na leitura anterior, o índice de preços mostrou valorização de 1,98% no início de setembro.
 
O avanço do indicador foi conduzido pela alta de 3,32% do componente de produtos de origem vegetal. Na contramão, os preços para produtos de origem animal recuaram 4,17%.
 
Os produtos que exibiram as altas mais expressivas na segunda quadrissemana foram: tomate para a mesa (53,60%), banana nanica (33,57%), laranja para mesa (17,29%), carne (12,61%) e batata (7,14%). “Para o tomate de mesa, a forte quebra de safra leva o preço do produto a patamar nunca antes alcançado nesta época do ano”, afirmou o IEA.
 
Mas o instituto acrescentou que a alta do tomate começou a desacelerar, indicando uma recuperação da oferta apesar das condições climáticas desfavoráveis. “Na laranja para mesa, a retomada das aulas concomitante com o fim do período mais duro de inverno elevam o consumo”.

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