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Mantega vê recuperação do PIB no segundo trimestre

Mantega acredita na recuperação do Produto Interno Bruto brasileiro no segundo trimestre.

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Apesar de assumir ontem que o Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre deste ano, a ser divulgado hoje, “certamente” se mostrará negativo na comparação com o quarto trimestre do ano passado, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que esse sinal será invertido já neste segundo trimestre. “Teremos crescimento positivo, porém fraquinho”, disse. Segundo ele, os sinais de recuperação são nítidos e o PIB do terceiro trimestre deve crescer um pouco mais levando a economia a avançar de 3% a 4% nos três meses finais deste ano. Mantega acredita que pode haver expansão de 1% do PIB em 2009 em relação a 2008.

Para ele, essa previsão é uma “meta factível”, mas dependerá de esforços importantes por parte de todos os setores para ser alcançada. O entendimento do ministro é de que até o final do ano o crédito e a confiança dos consumidores devem se ampliar, podendo haver melhora do quadro externo, o que resultaria em recuperação do saldo comercial. Ele crê ainda que a massa salarial deve voltar a crescer e o ano deve terminar com saldo positivo na geração de empregos.

Apesar de ver o cenário com mais otimismo e defender as políticas de governo para aquecer a economia, o ministro ouviu fortes críticas à política fiscal ontem, sobretudo nos gastos com funcionalismo. Os apontamentos vieram do economista José Roberto Mendonça de Barros, da MB Associados, do empresário Jorge Gerdau e da plateia de um fórum sobre a crise promovido pela “GloboNews”.

Para Mendonça de Barros, o aumento permanente da folha de pagamento do governo deve comprometer o lado fiscal e a capacidade de investimento e crescimento do país. Na sua visão, fatores que contribuíram até aqui para manter o equilíbrio orçamentário deixarão de ter efeito a partir de agora. O primeiro deles é que não haverá mais a “festa da arrecadação” observada nos últimos seis anos. Além disso, o bônus da tributação sobre a formalização dos empregos e das empresas (incentivada pela melhora econômica dos últimos anos) já teve seu efeito sobre as receitas e não deve se repetir, assim como a receita pontual derivada da queda dos juros sobre as despesas da dívida. Depois de cair para 9% ao ano, como ele prevê para o fim de 2009, não haveria chance de cortes substanciais da Selic.

Apesar de fazer muitos elogios à atuação do governo na crise e em programas sociais, o empresário Jorge Gerdau acrescentou que falta estratégia e gestão de longo prazo ao governo. “No funcionalismo é preciso estabelecer aumento apenas por produtividade. O processo de gestão pública tem que ser redesenhado”, avaliou.

Mantega se defendeu afirmando que a política de gastos do governo é um instrumento de estímulo da economia e negou que haja descontrole nos gastos. “Poderia ter crescido menos para o meu gosto, mas não houve desequilíbrio”, disse. Segundo ele, o governo elevou o efetivo nas áreas de educação e segurança, e muitos terceirizados tiveram de ser contratados no funcionalismo como um todo. Além disso, os ajustes salariais eram necessários devido à defasagem em muitas carreiras. “Não houve contratação irresponsável”, reforçou, apesar de lembrar que os gastos com pessoal subiram para quase 5% do PIB em 2009 ante 4,3% em 2003.

Por outro lado, Alexandre Marinis, sócio da Mosaico Economia Política, projeta que os custos do governo com pessoal devem alcançar 5,5% do PIB no ano que vem. Em seu entender, esses recursos poderiam ter sido dedicados para investimentos. Marinis afirma que, nominalmente, os gastos com pessoal e encargos sociais subiram de R$ 71,1 bilhões no ano de 2002 (antes do governo Lula) e devem fechar 2010 em R$ 170 bilhões. Para ilustrar, Marinis diz que o gasto nominal do governo com bolsa família é de R$ 12 bilhões ao ano.

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