Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,81 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 155,11 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,84 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,12 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 4,89 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 4,88 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 132,22 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 142,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 123,84 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.539,43 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.432,54 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 127,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 154,50 / cx
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De olho na Itália, SC rastreia gado

Com a identificação concluída, o Estado agora aguarda uma missão da União Européia, prevista para janeiro.

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Redação (05/11/2008)- O Estado de Santa Catarina anunciou a conclusão da identificação do rebanho de bovinos e bubalinos por meio de brincos, passo preliminar para que o Estado possa iniciar a exportação de terneiros vivos (gado de seis meses) para engorda na Itália, que vem sendo negociada desde fevereiro do ano passado. A "brincagem" consumiu R$ 16 milhões, divididos entre Ministério da Agricultura, Cidasc e iniciativa privada – por meio do Instituto Catarinense de Sanidade Animal (Icasa) – e foi realizada em 4,06 milhões de animais.

Com a identificação concluída, o Estado agora aguarda uma missão da União Européia, prevista para janeiro, para que todo o sistema, que envolve também um software de informações compatível com o Sisbov (sistema federal de rastreamento), seja aprovado.

Renzo Fossaro, italiano representante da União de Importadores e Exportadores de Carnes e Derivados (Uniceb), esteve ontem em Florianópolis e passará os próximos dias em Lages, principal local de produção. Ele diz que vê boas chances de o sistema de identificação catarinense ser aprovado pela missão da UE. Fossaro acredita que os europeus querem aprová-lo para ampliar a concorrência em seu mercado, hoje dependente da França.

Fossaro afirmou que a importação de Santa Catarina, que em 2007 era prevista para entre 100 mil e 200 mil animais por ano, foi revista para 50 mil animais em um primeiro ano porque se concluiu que o Estado não teria capacidade para chegar aos 100 mil. Se considerado o quadro de hoje, o Estado teria apenas 10 mil animais das raças limousin e charolês, como exigem os italianos, ainda que em pouco tempo de abertura dessa comercialização se espere que novos produtores acabem se interessando pela criação de terneiros.

Para o presidente da Cidasc, Edson Veran, a importância do negócio não é a quantidade, mas "a porta que se abre na Europa para a entrada de todos os tipos de animais vivos, como também suínos e aves".

A crise econômica mundial, segundo Fossato, afetou "um pouco" o projeto porque aumentou o preço do gado no Brasil desde que iniciaram as conversas, mas isso não deve levá-los a desistir. "Somando custo e condicionamento do animal, em 2007 se estimava 2,30 euros o quilo. Agora, a estimava é de 3,50 euros ".

O projeto dos italianos envolve uma complexa estrutura, que ainda deverá ser montada em Santa Catarina. Eles pretendem contar com equipe de comercialização, usar uma área para a quarentena dos animais e também devem investir em uma empresa de transporte.

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