Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,25 / kg
Soja - Indicador PR R$ 154,95 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 162,02 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,69 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,74 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.385,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 161,30 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 135,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Crise não impedirá o crescimento do agronegócio nos próximos 10 anos

Pesquisa realizada pela Assessoria de Gestão Estratégica (AGE), aponta que o Brasil estará numa posição favorável no contexto mundial.

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Redação (31/10/2008)- Ao apresentar o estudo Projeções do Agronegócio Brasil 2008/2009 a 2018/2019, nesta quinta-feira (30), o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, acredita no crescimento do agronegócio brasileiro, mesmo com a crise financeira mundial. “Não é a primeira crise que nós temos. Esta metodologia leva em consideração a existência de crises, numa série histórica de 32 anos. Nas projeções futuras, a pesquisa leva em consideração a crise atual. Os alimentos são os  últimos itens cortados”, reiterou.

Para os próximos 11 anos, a pesquisa realizada pela Assessoria de Gestão Estratégica (AGE), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), aponta que o Brasil estará numa posição favorável no contexto mundial, devido à queda dos estoques, principalmente de milho, trigo e arroz; ao aumento acentuado do consumo e ao processo de urbanização crescente, na qual as áreas de produção agrícola são reduzidas.

Segundo o coordenador-geral da AGE, José Garcia Gasques, que apresentou o trabalho, as circunstâncias atuais do mundo estão aliadas às condições positivas do Brasil, como potencial de produção elevado e tecnologia de ponta para quase todos os produtos objetos do estudo. “Outro elemento importante, em termos de competitividade, é a disponibilidade de recursos naturais”, afirmou Gasques.

Principais projeções – A produção de grãos (milho, soja, trigo, arroz e feijão) e carnes (bovina, suína e de frango) deve crescer expressivamente, de acordo com o estudo. No primeiro caso, passará de 139,7 milhões de toneladas, em 2007/2008, para 180 milhões, em 2018/2019. As carnes, por sua vez, passarão de 24,6 milhões de toneladas, em 2008, para 37,2 milhões, em 2018. No período que abrange o estudo, 52% da produção de soja e milho será destinada ao consumo interno. Nas carnes, do aumento previsto na produção, 12,6 milhões de toneladas, 50% deverão ser absorvidos internamente.

As exportações de carne bovina representarão 60,6% do comércio mundial, as de carne suína, 21% e as de carne de frango, 89,7%, tendo como principais mercados a China, Hong Kong e Egito.

Para que esses números se concretizem, o ministro Stephanes acredita que é preciso que a pesquisa continue se desenvolvendo, o agronegócio siga evoluindo como agora, e que a produção seja conciliada com a proteção do meio ambiente. Reforçou ainda   que as políticas de sustentação e ajuda à produção devem ser aperfeiçoadas.

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