Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,82 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,07 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,65 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 8,12 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,32 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,52 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,72 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,85 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,84 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,33 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 123,67 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.533,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.418,34 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 153,67 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 129,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Balança registra superávit de US$ 1,2 bilhão na segunda semana de setembro

Destaques são: petróleo bruto, minério de ferro, carne suína, bovina e de frango, fumo em folhas, soja em grão, farelo de soja e café em grão.

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Redação (19/09/2008)- Na segunda semana de setembro de 2008 – entre os dias 8 e 14 –, a balança comercial brasileira registrou superávit (diferença entre o valor exportado e o importado) de US$ 1,257 bilhão (média diária de US$ 251,4 milhões). No período, as exportações somaram US$ 5,073 bilhões (média diária de US$ 1014,6 bilhão) e as importações US$ 3,816 bilhões (média diária de US$ 763,2 milhões), desempenhos que totalizaram uma corrente de comércio de US$ 8,889 bilhões (média diária de US$ 1,778 bilhão).

Pelo critério da média diária, as exportações, na segunda semana de setembro, ficaram 11,4% acima da média diária registrada na primeira semana do mês (US$ 910,6 milhões). Esse crescimento foi observado em função das vendas de produtos manufaturados (+28,5%) – principalmente, módulos para integrar plataforma de exploração de petróleo e gás (US$ 861,7 milhões), automóveis, fio-máquina de ferro e aço e motores e geradores elétricos – e básicos (+3,8%, por conta de petróleo em bruto, minério de ferro e fumo em folhas. As exportações de semimanufaturados registraram queda de 23,3%, por conta de semimanufaturados de ferro e aço, óleo de soja em bruto, couros e peles, alumínio em bruto, ligas de alumínio e catodos de cobre.

As importações, na segunda semana de setembro, apresentaram média diária 10,4% menor à registrada na primeira semana do mês (US$ 851,6 milhões), em razão de queda nas compras de combustíveis e lubrificantes, equipamentos mecânicos, veículos automóveis e partes, produtos químicos orgânicos e inorgânicos, adubos e fertilizantes e siderúrgicos.

Mês

No mês de setembro, até o dia 14, as exportações brasileiras somaram 9,626 bilhões, o que correspondeu a um desempenho médio diário de US$ 962,6 milhões, cifra 29,1% maior que o valor médio diário das exportações registrado em todo o mês de setembro do ano passado (US$ 745,6 milhões). Nessa comparação, houve crescimento das vendas de produtos das três categorias: básicos (+55,5%) – com destaque para petróleo em bruto, minério de ferro, carne suína, bovina e de frango, fumo em folhas, soja em grão, farelo de soja e café em grão –, semimanufaturados (+28,1%) – principalmente, óleo de soja em bruto, ferro fundido, semimanufaturados de ferro e aço, celulose, ligas de alumínio e ferro-ligas – e manufaturados (+12,8%) – por conta de módulos para plataforma de exploração de petróleo e gás, fios-máquina de ferro e aço, etanol, autopeças, máquinas para terraplanagem, automóveis, motores e geradores elétricos e tratores.

Pelo critério da média diária, em relação ao desempenho das exportações em agosto de 2008, verificou-se um aumento de 2,4% na segunda semana de setembro. Esse crescimento foi garantido pelas vendas de produtos manufaturados (+15,1%). Na mesma comparação, os embarques de produtos básicos e semimanufaturados apresentaram retração de 6,7% e 8,6%, respectivamente.

As importações, nas duas primeiras semanas de setembro, totalizaram US$ 8,074 bilhões (média diária de US$ 807,4 milhões), um crescimento de 43,5% sobre o desempenho médio diário apresentado no mesmo mês do ano passado (US$ 562,6 milhões). Foram observados aumento nos desembarques de combustíveis e lubrificantes (+82,5%), produtos siderúrgicos (+64,8%), adubos e fertilizantes (+57,3%), produtos farmacêuticos (+56,7%), instrumentos de ótica e precisão (+42,9%) e produtos químicos orgânicos e inorgânicos (+40,2%).

Sobre o resultado médio diário verificado em agosto de 2008 (US$ 832,3 milhões), observou-se retração de 3% nas importações até a segunda semana de setembro de 2008. nessa comparação, verificou-se retração nas compras de adubos e fertilizantes (-37,2%), equipamentos mecânicos (-11,5%), produtos plásticos (-5,9%) e químicos orgânicos e inorgânicos (-4,7%).

O saldo comercial acumulado nas duas semanas de setembro foi de US$ 1,552 bilhão (média diária de US$ 155,2 milhões), valor 15,2% menor que o superávit apresentado em todo o mês de setembro do ano passado, quando a média diária registrada foi de US$ 183 milhões. Em relação ao desempenho médio diário do saldo apresentado no mês de agosto de 2008 (US$ 108 milhões), houve um incremento de 43,6%.

Ano

No acumulado do ano, com 177 dias úteis do ano até a segunda semana de setembro, as exportações somaram US$ 140,469 bilhões (média diária de 793,6 milhões), aumento de 29,5% sobre o resultado no mesmo período do ano passado (média diária de US$ 612,7 milhões).

As importações, na mesma comparação, apresentaram alta de 53,5%, saindo de uma média diária de US$ 449,1 milhões até a segunda semana de setembro de 2007 para US$ 689,3 milhões no mesmo período de 2008. As importações, até a segunda semana de setembro deste ano, somaram US$ 122,010 bilhões.

O superávit comercial no ano – até a segunda semana de setembro – somou US$ 18,459 bilhões (média diária de US$ 104,3 milhões), um decréscimo de 36,3% em relação ao saldo médio diário apresentado no mesmo período do ano passado, quando a média diária alcançou US$ 163,6 milhões.

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