Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,82 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,07 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,65 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 8,12 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,32 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,52 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,72 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,85 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,84 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,33 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 123,67 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.533,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.418,34 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 153,67 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 129,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Brasil considera superado atrito com Argentina na OMC

Os países e o Mercosul de um modo geral devem elaborar uma nova estratégia internacional.

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Redação (04/08/2008)- As divergências entre Brasil e Argentina expressadas durante a última cúpula da OMC (Organização Mundial do Comércio) em Genebra foram superadas, mas o fracasso da rodada de Doha obriga os dois governos a reexaminarem sua estratégia internacional, opinou Marco Aurélio Garcia, assessor do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para assuntos internacionais.

"Acredito que o problema foi superado. Agora, a Argentina, o Brasil e o Mercosul de um modo geral precisam elaborar uma nova estratégia internacional", declarou o assessor presidencial brasileiro em entrevista publicada neste domingo pelo jornal Clarin.

Para Marco Aurélio Garcia, as divergências entre os dois gigantes sul-americanos corresponderam "à defesa de interesses nacionais específicos".

Brasil e Argentina tiveram um atrito durante as últimas negociações da OMC em Genebra, quando os brasileiros aceitaram uma proposta de abertura comercial rejeitada pela Argentina. O fato provocou tensões entre os dois governos, admitiram negociadores argentinos.

O tema deverá ser evocado durante as reuniões entre o presidente Lula e sua colega argentina, Cristina Kirchner, em Buenos Aires. Lula viaja neste domingo à capital argentina junto com uma delegação de 200 empresários.

"Essas reuniões não têm pauta definida. Os temas de discussão são abertos. É claro que os acontecimentos de Genebra deverão ser mencionados, assim como outros assuntos", declarou Marco Aurélio Garcia.

"O objetivo destas reuniões (entre Lula e Cristina Kirchner) não é falar do passado, mas encontrar meios de aprofundar as relações bilaterais", destacou o assessor brasileiro.

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