Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,30 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 152,13 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,38 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,01 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,95 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 134,59 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 127,27 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,04 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
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Ministro Stephanes é contra taxa nas exportações

Proposta é da Argentina para exportação de produtos agrícolas.

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Redação (23/11/2007)- O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, disse ontem ser contrário a qualquer medida que possa diminuir a renda dos produtores rurais. Ele comentava a proposta da Argentina de adoção de uma taxa na exportação de produtos agrícolas do Mercosul. ""Não há nenhum interesse nesse tipo de prática"", disse o ministro em entrevista exclusiva à Agência Estado.

A proposta da Argentina, que já adota o sistema de taxação das exportações de grãos, será apresentada aos demais membros do Mercosul nos dias 17 e 18 de dezembro, em Montevidéu, quando acontece a reunião da cúpula do bloco.

Stephanes disse que o governo brasileiro não está discutindo o assunto, mas admitiu que o Ministério da Fazenda monitora a evolução das importações de trigo e de farinha da Argentina.

O governo argentino decidiu taxar a exportação de trigo em grão e aplicar imposto menor para a farinha de trigo, o que estimula a moagem nos moinhos argentinos. Essa política, disse Stephanes, poderá criar um desequilíbrio na capacidade brasileira de produção de farinha. ""Do consumo de farinha, só 6% é importado da Argentina. Isso ainda não é uma questão suficiente para preocupação, embora deva ser monitorado"", afirmou.

O ministro disse que a adoção de uma política transitória de tributação seria aceitável, em tese, se alguma atividade agrícola fosse altamente rentável e em determinados momentos, por razões conjunturais, viesse a apresentar uma lucratividade muito grande ou que, por outro lado, viesse a trazer o desabastecimento interno. ""Mesmo nessa hipótese, eu não seria muito favorável. Eu sou a favor de que o produtor tenha condições de auferir um pouco mais de resultados, que ele o tenha, até para que ele se capitalize em função de momentos difíceis"", afirmou.

Segundo Stephanes, o Brasil adotou há cerca de 30 anos mecanismos para limitar as exportações de soja. A política foi adotada porque o preço da soja estava numa condição muito elevada no mercado internacional, o que acabava inflacionado o preço interno. Na época, disse ele, o governo estabeleceu cotas de exportação a preços internacionais compensadas por preços nacionais mais baixos.

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