Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,25 / kg
Soja - Indicador PR R$ 154,95 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 162,02 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,69 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,74 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.385,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 161,30 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 135,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Soja amplia escalada em Chicago

Cotações sobem devido a preocupação com o déficit hídrico que insiste em afetar lavouras do Meio-Oeste americano.

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Redação SI (19/06/07) – As cotações da soja voltaram a subir ontem na bolsa de Chicago, novamente impulsionadas, como na última sexta-feira, pela crescente preocupação com o déficit hídrico que insiste em afetar lavouras do Meio-Oeste americano. 

Segundo cálculos do Valor Data, com a alta os preços seguiram no maior nível em três anos. Os contratos com vencimento em julho subiram 8 centavos de dólar por bushel e alcançaram US$ 8,5525, ao passo que os futuros para entrega em novembro encerraram a sessão a US$ 8,89, ganho de US$ 8,25 centavos de dólar por bushel. 

Também como na sexta-feira, a valorização de Chicago voltou a influenciar o comportamento dos preços no mercado doméstico. Ontem, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 60 quilos do grão negociada no Paraná subiu 0,58%, para R$ 31,18. Em julho, os ganhos acumulados chegam a 3,35%. 

Boa parte da alta de ontem em Chicago foi definida pela expectativa dos traders locais de que o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) reduziria, em relatório sobre as condições das lavouras americanas que seria divulgado após o fechamento do mercado, o percentual de lavouras de soja em boas ou excelentes condições. 

 
 

A reação dos preços ao relatório virá hoje, mas os números vieram dentro das expectativas. Conforme o USDA, 65% das plantações de soja dos EUA estão em boas (53%) ou excelentes (12%) condições, ante 67% na semana anterior e 71% no início do mês. Nesta mesma época do ano passado, a fatia era de 67%. 

No caso do milho, o USDA apontou que 70% das plantações do país estão em boas (53%) ou excelentes (17%) condições, ante 77% há uma semana e 78% no início de julho. No mesmo período de 2006, quando era a produção da safra 2006/07 que estava em desenvolvimento, eram 68%. A piora foi maior do que a aguardada pelos operadores. 

Em Chicago, o pregão "pré-relatório do USDA" reservou poucas emoções, e um modesto movimento de vendas especulativas determinou pequena quedas das cotações. Os papéis para julho caíram 3 centavos de dólar por bushel, para US$ 4,16, ao passo que setembro perdeu 2 centavos e fechou a US$ 4,24. No Brasil, o indicador Cepea/BM&F para a saca de 60 quilos acompanhou a tendência e caiu 0,03%, para R$ 19,86. No mês, a alta acumulada é de 0,95%. 

Atraentes, as cotações seguem estimulando as exportações brasileiras. Segundo informou a consultoria Céleres, os embarques somaram 2,37 milhões de toneladas de janeiro a maio, ante 853,4 mil em igual intervalo de 2006.

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