Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,91 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,48 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,42 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,40 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,60 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 4,69 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 4,91 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 4,80 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 147,34 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 145,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 166,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 169,09 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 138,33 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 157,91 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,16 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,17 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.342,67 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.260,96 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 169,69 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 138,24 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 155,14 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 167,24 / cx
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Valor da terra volta aos níveis negociados em 2004

Os preços das terras agrícolas no Brasil começam a indicar valorização, com a média paga em patamares semelhantes aos de 2004, quando ocorreu o chamado “boom da soja”.

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Redação (01/06/07) – Em 12 meses, cotação subiu 11,64% na média brasileira, impulsionadas pela cana-de-açúcar. Os preços das terras agrícolas no Brasil começam a indicar valorização, com a média paga em patamares semelhantes aos de 2004, quando ocorreu o chamado "boom da soja". A vedete desta alta, no entanto, é outra: a cana-de-açúcar. O preço médio de um hectare de terra em 2004 era de R$ 3.363 e hoje é de R$ 3.432. Segundo levantamento do Instituto FNP, em 12 meses, as cotações subiram 11,64% na média brasileira – impulsionadas pelo Sudeste, onde a valorização foi de 17%.

"A média brasileira foi influenciada por São Paulo, devido à cana-de-açúcar", diz Jacqueline Bierhals, analista da consultoria (ver box abaixo). Segundo o estudo, a valorização de áreas para canaviais, laranjais e cafezais compensou a perda média em regiões de grãos. Em Sinop (MT), por exemplo, as áreas valem 15% menos que há um ano.

Ela lembra, no entanto, que apesar de a média estar em valores próximos a 2004, na maioria dos estados ainda não chegou aos preços exorbitantes como naquela época. Em maio de 2004, um hectare era comercializado a R$ 8 mil no Paraná, com valorização de cerca de 30% em 12 meses. Hoje está perto de R$ 7 mil.

Na avaliação da analista, os preços devem se sustentar nestes patamares ou com leve tendência de alta. Segundo ela, a quantidade de negócios ainda é pequena e, diferente de 2004, não há um "aumento especulativo, com gente comprando sem planejamento". Além do "boom do etanol", Jacqueline acrescenta a recuperação dos preços dos grãos e uma possível reversão do ciclo pecuário como fatores determinantes para a valorização das áreas.

Segundo o estudo, metade das 10 regiões que mais se valorizaram em 12 meses estão no Amapá – isto porque os preços no estado são muito baixos R$ 228 o hectare. Destaque também para Alagoas, onde os preços subiram 84%, devido ao investimento no setor sucroalcooleiro. Mato Grosso do Sul e Goiás voltaram a figurar este ranking em decorrência do avanço dos canaviais. "Quando a cana chega, valoriza a região e reflete nas outras categorias", avalia.

Apesar da forte alta dos preços da terra para cana-de-açúcar, os maiores valores por um hectare são cobrados em Santa Catarina: R$ 27 mil em área de várzea de arroz. E os menores no Amapá R$ 26. Além da cana-de-açúcar, o café também impulsiona as cotações, como no Espírito Santo, onde em 12 meses as áreas valorizam-se 65,7%. Regiões de reflorestamento, como a de Pelotas (RS) também tiveram alta: 22,58% no período.

Quando avaliam-se os preços em 36 meses, mais uma vez o setor sucroalcooleiro é responsável pelas variações: as maiores altas ocorreram no Sudeste (24,5%) e no Nordeste (12,6%). As demais regiões tiveram desvalorização neste período. Com isso, a média nacional foi de 2,03%.

Das 10 regiões que mais se valorizam neste período, seis estão ligadas à cana-de-acúcar ou ao café. Na contramão, a desvalorização ocorreu em regiões de grãos.

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Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 66,91
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 122,48
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 128,88
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 8,42
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 5,40
    kg
  • Suíno - Estadual
    MG
    R$ 5,60
    kg
  • Suíno - Estadual
    PR
    R$ 4,69
    kg
  • Suíno - Estadual
    SC
    R$ 4,91
    kg
  • Suíno - Estadual
    RS
    R$ 4,80
    kg
  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 147,34
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Branco
    R$ 145,93
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 166,52
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 169,09
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 138,33
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 157,91
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,16
    kg
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,17
    kg
  • Trigo Atacado - Regional
    PR
    R$ 1.342,67
    t
  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.260,96
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 169,69
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 138,24
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 155,14
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 167,24
    cx

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