APCS e Secretaria de Agricultura criaram a Câmara Técnica Ambiental da Suinocultura para estabelecar regras específicas às propriedades suinícolas paulistas.
Granjas de São Paulo terão normas ambientais
O secretário da Agricultura de São Paulo, Alberto Macedo, lê o documento que estabelece a criação da Câmara Técnica Ambiental da Suinocultura Paulista, durante a última edição do Clube do Leitão, em Campinas (SP) Redação SI (18/09/06)- 
Leia também no Agrimídia:
- •Exportação recorde de milho para a Europa acende alerta para o custo da ração
- •Quinta-feira tem temporais em quase todo o país, com granizo e rajadas de 70 km/h
- •Novos mercados e menos burocracia diversificam exportações do agro
- •Alta da carcaça suína reduz competitividade frente a bovinos e aves em SP
De acordo com Valdomiro Ferreira Jr., presidente da APCS, a Câmara ajudará as granjas de São Paulo a se adequarem às normas ambientais, tendo uma legislação específica estadual. “Hoje, as granjas paulistas seguem as normas federais, que são muito abrangentes, e que muitas vezes não correspondem à realidade da suinocultura do Estado”, explica. “Por isso, a APCS, junto à Câmara Setorial da Carne Suína, apresentou a idéia da criação de uma Câmara Ambiental para o setor à Secretaria de Agricultura e, rapidamente, fomos atendidos.” Ferreira Jr. ainda comenta que a Câmara, agora, passará pelo período de estruturação. “A Câmara Técnica Ambiental terá um prazo de cerca de 60 dias para a sua composição, ou seja, para definir os órgãos e os profissionais técnicos que nela atuarão para daí desenhar as normas ambientais específicas às granjas paulistas”.
























