Parâmetro de perda da área agropecuária deixa consequência aos trabalhadores.
136 mil têm empregos ameaçados
Redação (11/07/06) – Quanto ao pessoal ocupado, de 695,2 mil pessoas, sem considerar os 356,8 mil proprietários, o pesquisador do Instituto de Econômica Agrícola, ligado à Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, calcula que, se o parâmetro for a perda da área agropecuária (menos 3,7 milhões de hectares), 136 mil trabalhadores perderão o emprego em consequência do decreto.
Por todos esses fatores, juntando-se às lideranças do agronegócio no Estado, Sidney Gonçalves defende a revogação do decreto baixado pelo governador Cláudio Lembo.
Ainda mais por considerá-lo inexequível: as transformações econômicas que movem a história tem o condão de tornar letra morta a legislação inaplicável.
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A entrada em vigência do Decreto do governador pode também frear o crescimento do mercado de trabalho no cultivo da cana-de-açúcar. Segundo levantamento do sindicato da categoria em RP, a expansão da planta e a chegada de novas fábricas fizeram a procura por trabalhadores crescer em 40%. Em 2005, foram contratados 1,2 mil novos funcionários.





















