Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,27 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,69 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 152,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,48 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,02 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 131,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 141,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 143,17 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Abate de animais

No dia 4 de maio, o viticultor de Vale Real dono da propriedade onde foi encontrado o foco notou que algo estava errado com os frangos e galinhas caipiras que criava em casa.

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Redação (07/07/06) – Por isso, resolveu chamar um inspetor do Serviço de Defesa Sanitária Animal, da Secretaria Estadual da Agricultura e Abastecimento (SAA). O veterinário Alcides Noll foi o responsável pela coleta de material e pelo encaminhamento à superintendência estadual do Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), para análise laboratorial. Quatro dias depois, Noll voltou à propriedade e orientou o viticultor a sacrificar as demais aves que possuía, uma vez que 16 já haviam morrido. No total, foram 44 animais mortos, entre os abatidos e os doentes, incluindo galinhas caipiras e frangos de linha comercial. – Não houve nenhuma outra morte de aves desde então. O problema já foi resolvido, mas há normas internacionais que devem ser seguidas – tranqüiliza Noll. Enquanto isso, foram adotadas medidas sanitárias previstas no Plano Nacional de Contingência à Influenza Aviária e à Doença de Newcastle, como restrição de trânsito de animais e produtos de risco nas zonas de proteção e vigilância. Técnicos do Mapa e da SAA estão investigando a origem da contaminação. Ainda não está claro como o vírus chegou ao Rio Grande do Sul, mas o coordenador do Programa Nacional de Sanidade Avícola, Marcelo Mota, diz que a hipótese mais provável é a presença de aves silvestres e migratórias contaminadas. As aves não inalam o vírus facilmente pelo ar. – Não estamos descartando nenhuma possibilidade – assegura Noll. Como o foco surgiu há mais de 60 dias e não há suspeitas de novos casos, a expectativa geral é de que o Estado recupere o status internacional de zona livre da doença num prazo curto.

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