Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Influenza Aviária

Indea/MT colhe amostras de aves domésticas em rotas de aves migratórias e Brasil continua livre da Influenza Aviária

A ação de monitoramento consistiu na coleta de sangue e realização de esfregaço da traqueia e cloaca das aves, e ocorreu em regiões pelas quais passam as rotas migratórias Amazônica e Brasil Central

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Indea/MT colhe amostras de aves domésticas em rotas de aves migratórias e Brasil continua livre da Influenza Aviária

Durante os meses de fevereiro e março deste ano, fiscais e médicos veterinários do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea-MT) coletaram um total de 3.465 amostras de galinhas, patos, gansos e perus criados domesticamente em 43 municípios, com o objetivo de monitorar a sanidade avícola no estado.

A ação de monitoramento consistiu na coleta de sangue e realização de esfregaço da traqueia e cloaca das aves, e ocorreu em regiões pelas quais passam as rotas migratórias Amazônica e Brasil Central. Durante os meses de outubro a abril, essas aves migram do hemisfério norte para o sul, buscando abrigo em seus locais de reprodução durante as invernadas.

“Nós temos de estar atentos a essas aves migratórias, porque elas são o hospedeiro natural e o reservatório dos vírus da influenza aviária. Estamos fazendo um trabalho de vigilância ativa, percorrendo propriedades rurais inseridas em áreas de concentração de aves silvestres e corpos d’agua”, explica a médica veterinária e fiscal do Indea, Caroline Bourscheid, que atua no ponto focal da sanidade avícola.

De fevereiro a março, os servidores do Indea percorreram 105 propriedades inspecionando e realizando amostragem de aves de fundo de quintal.

“As criações de aves de subsistência podem ser consideradas sentinelas para a vigilância de doenças aviárias, porque elas podem ser as primeiras a apresentarem a doença, como foi observado nos países vizinhos que registraram a gripe aviária. Ao visitar as propriedades, nos antecipamos colhendo amostras para que, em caso de algum resultado positivo para a doença, possamos nos antecipar e agir rapidamente na contenção do vírus. Também aproveitamos para orientar os produtores para que nos procurem caso alguma ave venha a apresentar sintoma da doença”, explica a servidora do Indea.

Mato Grosso e o Brasil seguem livres da doença, mas casos foram confirmados em outros países da América do Sul no fim do ano passado e, mais recentemente, na Bolívia, Argentina e no Uruguai. Por fazer fronteira com a Bolívia, Mato Grosso tem reforçado as ações de vigilância para evitar a introdução da doença. Além disso, tem promovido palestras sobre a gripe aviária em municípios com avicultura comercial expressiva. A orientação é para que a população não entre em contato com aves doentes ou mortas.

Sintomas

A influenza aviária de alta patogenicidade é predominantemente marcada pela alta taxa de mortalidade de aves, além de sinais clínicos que podem incluir manchas vermelho-arroxeadas nas cristas e barbelas, manchas avermelhadas nas pernas, dificuldade respiratória, tosse, espirro, coriza, torcicolo, andar cambaleante e diarreia.

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