Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Rússia garante compra de carnes gaúchas

Inspetores russos devem vistoriar frigoríficos a partir desta segunda-feira,dia 30.

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Da Redação 30/05/2005 – O governador gaúcho Germano Rigotto recebeu dos ministros da Agricultura, Roberto Rodrigues, e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan, a confirmação de que a Rússia voltará a importar carnes do Rio Grande do Sul. Rigotto integra a comitiva do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em viagem à Coréia do Sul e ao Japão.

Conforme Rigotto, nesta segunda devem chegar ao Brasil os vistoriadores russos que vão certificar os frigoríficos aptos a retomar as vendas tanto de carne bovina como suína ao mercado russo. Neste primeiro momento o fim do embargo à carne gaúcha vai beneficiar frigoríficos de carne bovina de Alegrete, Bagé, Pelotas e Tupanciretã e a produção de carne suína da Avipal e do frigorífico Alibem, de Santa Rosa.

De acordo com a garantia dada a Rigotto pelos dois ministros, também ficará resolvido o impasse da certificação de sanidade animal aos produtos gaúchos, o que poderá favorecer a abertura de outros mercados para a carne gaúcha e seus derivados. Segundo Rodrigues e Furlan, o Brasil passará a exportar para a Rússia o equivalente a mais de US$ 1 milhão por dia.

A restrição ao produto gaúcho foi determinada pelas autoridades russas em setembro do ano passado, depois da detecção de foco de febre aftosa no Pará. Mesmo assim a Rússia vinha comprando carne suína de Santa Catarina, com o argumento de que o Estado é classificado como área livre de aftosa sem vacinação, enquanto o Rio Grande do Sul é caracterizado como livre da doença com vacinação. Rigotto vinha rebatendo essa justificativa, que considerava discriminatória, e por várias vezes solicitou ao presidente Lula e ao Ministério da Agricultura que interferissem na busca de solução.

O setor de carnes estava perdendo muito com o privilégio a um Estado por não vacinar o rebanho, em prejuízo dos demais Estados brasileiros, que vacinam. Não é lógico que tenhamos ilhas no Brasil. O tratamento tem de ser igual para todos sustentou.

O acordo sanitário para o comércio de carnes firmado entre Brasil e Rússia estabelece como única exigência que os Estados exportadores e seus vizinhos não tenham registrado focos de aftosa nos dois anos anteriores à transação.

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