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Agronegócio tem superávit recorde no primeiro quadrimestre

Estimativa é de a balança fechar o ano com superávit superior a US$ 28 bilhões.

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Da Redação 07/06/2004 – 05h46 – A balança comercial do agronegócio brasileiro registrou saldo recorde de US$ 9,1 bilhões no primeiro quadrimestre de 2004, resultado 37,2% superior ao saldo verificado no mesmo período do ano passado, que foi de US$ 6,6 bilhões. As receitas de exportação atingiram US$ 10,6 bilhões (30,5% de aumento) contra US$ 1,58 bilhão em importações de produtos agropecuários (crescimento de 1,9%).

Segundo o chefe do Departamento de Comércio Exterior da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA), Antonio Donizete Beraldo, a estimativa é que a balança do agronegócio feche o ano com um superávit superior a US$ 28 bilhões. Ele lembrou que o setor registrou saldo recorde de US$ 25,8 bilhões em 2003.

Nos primeiros quatro meses do ano, a participação do agronegócio nas exportações brasileiras passou de 39,5% para 41,1%. O resultado só não foi melhor por causa da quebra da safra da soja provocada pela seca na região Sul, chuvas excessivas no Centro-Oeste e pela incidência da ferrugem asiática em várias áreas de plantio.

Mesmo com perdas de 6,1 milhões de toneladas na atual safra, o complexo soja foi um dos principais destaques da balança. As exportações do setor cresceram 35%, alcançando US$ 2,47 bilhões, US$ 600 milhões acima do valor exportado no mesmo período de 2003.

Não fosse a quebra da safra ocasionada por problemas climáticos, as exportações do complexo soja seriam bem maiores”, explicou Antonio Beraldo, ressaltando que o setor foi favorecido pela elevação de 31,4% nos preços internacionais.

À exceção do suco de laranja e do fumo, todos os outros produtos importantes da pauta de exportações do agronegócio registraram desempenho positivo no período. As receitas geradas pelo complexo carnes cresceram 45,4%, sendo que as exportações de carne bovina registraram um crescimento de 53,9%, alcançando US$ 679,1 milhões, e as de frango 41,3%, totalizando US$ 738 milhões.

Segundo Antonio Beraldo, além dos problemas sanitários ocorridos em países concorrentes, o que aumentou a demanda por produtos brasileiros, o país foi beneficiado pelo aumento médio de 34,2% nos preços das carnes exportadas. O setor de madeiras também aumentou sua participação, exportando US$ 1,98 bilhão, 18,1% a mais que no primeiro quadrimestre do ano passado.

Ao contrário de 2003, a pecuária aumentou sua participação no Produto Interno Bruto (PIB) e foi o grande destaque do agronegócio nesse início de ano. Até março de 2004, o setor registrou um crescimento acumulado de 1,48% contra um crescimento de 0,88% da agricultura. No ano passado, a pecuária registrou queda de 1,78% enquanto a agricultura cresceu 6,4%.

De acordo com o chefe do Departamento Econômico da CNA, Getúlio Pernambuco, desde o ano passado a pecuária vem mantendo um ritmo gradual de crescimento. Ele estima que o PIB total do agronegócio brasileiro em 2004 será de R$ 524,29 bilhões, 3,15% a mais que o resultado de R$ 508,27 bilhões registrado no ano passado. O PIB do agronegócio, que inclui desde a produção primária até a indústria de processamento, insumos e serviços, cresceu 0,75% nos primeiro trimestre de 2004.

Os resultados dos indicadores do agronegócio brasileiro, elaborados pela CNA em parceria com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da USP, foram divulgados em entrevista coletiva realizada na sede da Confederação, em Brasília. 

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