Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,19 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,81 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,73 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.473,16 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Preço salgado

Perdigão e Sadia prevêem custos mais altos para a ceia de Natal.

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Da Redação 16/09/2004 – A ceia de Natal do brasileiro poderá ficar mais cara neste ano. O ritmo acelerado das exportações, combinado ao aumento da demanda no mercado interno poderá puxar para cima os preços de aves (peru, chester, entre outros) e suínos. E, ainda, a pressão nos custos das empresas, resultado do aumento de preço das embalagens, do frete e das matérias-primas, por exemplo, poderá levar a um reajuste de até 5% nos preços das aves, informou ontem o diretor de relações institucionais da Perdigão, Ricardo Menezes.

Segundo ele, o mercado está preparado para atender a um crescimento no consumo das aves de até 10%, no Natal. Caso as vendas ultrapassem esse patamar, diz Menezes, a indústria será obrigada a reajustar as tabelas. “Se a demanda no Brasil crescer a uma velocidade muito forte, o preço vai ser um obstáculo para o consumidor. Já enxugamos nossas margens ao máximo, não há como segurar um reaquecimento da demanda em grandes proporções”, diz Menezes.

O executivo explicou também que o reajuste dos suínos será “praticamente inevitável” devido ao aumento de 35% nas exportações, no primeiro semestre deste ano, em comparação ao mesmo período do ano passado. Segundo ele, não há condições de fazer um remanejamento das exportações para o mercado interno dado o volume de contratos já fechados lá fora, especialmente com a Rússia.

Dados da Associação Brasileira da Indústria Exportadora de Carne Suína (Abipecs) revelam que no primeiro semestre, as exportações para o país cresceram 7,5%, em relação a 2003. A tonelada dos suínos ficou em US$ 1.359, um aumento de 33,5%, em relação a igual período do ano passado. O Brasil exporta 66% da sua produção para a Rússia. A Abipecs destaca ainda mercados em que as vendas brasileiras avançaram, como na África do Sul, com embarques de 8.137 toneladas (alta de 122%) e Uruguai, com 5.047 (19%).

“Os preços internacionais estão muito atrativos. Além disso, o produtor vinha perdendo muito com a produção de suínos no mercado interno e enxergou nas exportações uma saída para seu negócio. É complicado este remanejamento” , explicou.

O diretor de marketing da Sadia, Gilberto Xandó, confirmou uma nova onda de alta dos preços a partir de novembro para recuperar margem, mas afirmou que a empresa está preparada para atender a demanda no Natal. “Estamos realmente acreditando no reaquecimento da economia. Em caso de um aumento na demanda, a Sadia está preparada para atender o mercado. Vamos analisar a oferta para avaliar o nosso preço”.

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