Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Preço salgado

Perdigão e Sadia prevêem custos mais altos para a ceia de Natal.

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Da Redação 16/09/2004 – A ceia de Natal do brasileiro poderá ficar mais cara neste ano. O ritmo acelerado das exportações, combinado ao aumento da demanda no mercado interno poderá puxar para cima os preços de aves (peru, chester, entre outros) e suínos. E, ainda, a pressão nos custos das empresas, resultado do aumento de preço das embalagens, do frete e das matérias-primas, por exemplo, poderá levar a um reajuste de até 5% nos preços das aves, informou ontem o diretor de relações institucionais da Perdigão, Ricardo Menezes.

Segundo ele, o mercado está preparado para atender a um crescimento no consumo das aves de até 10%, no Natal. Caso as vendas ultrapassem esse patamar, diz Menezes, a indústria será obrigada a reajustar as tabelas. “Se a demanda no Brasil crescer a uma velocidade muito forte, o preço vai ser um obstáculo para o consumidor. Já enxugamos nossas margens ao máximo, não há como segurar um reaquecimento da demanda em grandes proporções”, diz Menezes.

O executivo explicou também que o reajuste dos suínos será “praticamente inevitável” devido ao aumento de 35% nas exportações, no primeiro semestre deste ano, em comparação ao mesmo período do ano passado. Segundo ele, não há condições de fazer um remanejamento das exportações para o mercado interno dado o volume de contratos já fechados lá fora, especialmente com a Rússia.

Dados da Associação Brasileira da Indústria Exportadora de Carne Suína (Abipecs) revelam que no primeiro semestre, as exportações para o país cresceram 7,5%, em relação a 2003. A tonelada dos suínos ficou em US$ 1.359, um aumento de 33,5%, em relação a igual período do ano passado. O Brasil exporta 66% da sua produção para a Rússia. A Abipecs destaca ainda mercados em que as vendas brasileiras avançaram, como na África do Sul, com embarques de 8.137 toneladas (alta de 122%) e Uruguai, com 5.047 (19%).

“Os preços internacionais estão muito atrativos. Além disso, o produtor vinha perdendo muito com a produção de suínos no mercado interno e enxergou nas exportações uma saída para seu negócio. É complicado este remanejamento” , explicou.

O diretor de marketing da Sadia, Gilberto Xandó, confirmou uma nova onda de alta dos preços a partir de novembro para recuperar margem, mas afirmou que a empresa está preparada para atender a demanda no Natal. “Estamos realmente acreditando no reaquecimento da economia. Em caso de um aumento na demanda, a Sadia está preparada para atender o mercado. Vamos analisar a oferta para avaliar o nosso preço”.

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