Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Paraná já ultrapassa SP e SC na produção de pintainhos

O avanço se deve ao aumento das exportações de frango pelo Estado.

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Redação AI 18/02/2003 – O Paraná já é o maior produtor de pintos de corte do Brasil. O avanço se deve ao aumento das exportações de frango pelo Estado. A liderança foi constatada no último levantamento anual da Apinco – entidade que reúne os produtores em âmbito nacional. Os produtores paranaenses estão confiantes na tendência de aumento do consumo no setor, explica o diretor da Avipar, Ícaro Fletchter.

Os três maiores produtores de pintainhos são o Paraná, Santa Catarina e São Paulo. Os produtores paulistas perderam a liderança do ranking desde 2000. No ano passado caíram de segundo, para terceiro lugar. O estado de Goiás também está crescendo sensivelmente: saiu do vigésimo para o oitavo lugar entre os maiores produtores brasileiros no período de dois anos.

O veterinário Alexandre Jacewicz, assessor do departamento técnico-econômico da Federação da Agricultura (Faep), acredita que, no caso paranaense, o aumento da produção é decorrência do aumento da demanda, que por sua vez, decorre da qualidade da carne produzida no Estado. “Há muitos anos foi erradicada a doença de new castle no Paraná”, justifica.

Além da sanidade das aves, destaca o especialista, a alimentação é feita sem o emprego de produtos transgênicos, recusado pelos consumidores europeus. A carne de ave produzida com produtos convencionais dá maior visibilidade à oferta paranaenses nos exigentes mercados da Comunidade Européia e Oriente Médio.

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