Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 71,98 / kg
Soja - Indicador PRR$ 123,24 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 130,20 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,21 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,68 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,65 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,80 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 182,51 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 200,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 207,25 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 223,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 173,72 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 201,21 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,03 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,07 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.219,92 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.093,06 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 222,89 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 196,13 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 187,56 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 197,23 / cx

Paraná consolida liderança e cresce exportação de frangos

Paraná comemora o crescimento das exportações que está se confirmando mês a mês.

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Redação AI 19/03/2003 – Após consolidar a liderança na produção nacional de aves do País, (obtida a partir de 2000), apresentando o maior crescimento do setor, o Paraná comemora o crescimento das exportações que está se confirmando mês a mês.

Os avicultores paranaenses abateram em janeiro 6,67% a mais sobre mesmo mês do ano anterior e 11,2% sobre dezembro último. Foram abatidos 68 milhões de frangos, em torno de 20% foi destinado ao mercado externo. Entre os 158 países que importam o frango paranaense, os principais são a Arábia Saudita e a Rússia. Mas, desde o segundo semestre do ano passado novos mercados foram conquistados, principalmente na comunidade européia.

Em um primeiro momento este aumento ocorreu porque as empresas anteciparam os abates, colocando no mercado aves mais leves, devido à preocupação com o abastecimento de milho, principal insumo do setor. Outro fator que influenciou o aumento no número de abates foi a demanda do mercado internacional.

Segundo o presidente do Sindicato das Indústrias Avícolas do Paraná (Sindiavipar), Domingos Martins, principalmente as cooperativas aumentaram o plantel para abastecer países compradores de todo o mundo. O crescimento foi sustentado principalmente pelo aumento das plantas em condições de exportações. Atualmente são 16 empresas no Estado com condições de atender o mercado externo. Além disso o nosso produto é de excelente qualidade aceito no mundo todo, afirma.

Martins destaca ainda que o crescimento na produção não afeta a demanda interna que também tende a crescer, principalmente em função do Programa Fome Zero, do governo federal. Se existem 32 milhões de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza, se elas consumirem dois quilos por mês, significa 10% da produção, analisa.

Em 2002 foram abatidos 734 milhões de frangos – um aumento de 9,36% sobre a produção do ano anterior. Com este acréscimo nos abates, o Paraná representa 20,4% de todo o frango produzido no país. Em 2002, Santa Catarina aumentou o número de aves abatidas em 6,64% e o Rio Grande do Sul, em 7,74%. No Brasil, o aumento da produção em relação a 2001 foi de 4,9%.

Para este ano o presidente do Sindiavipar estima um crescimento ainda maior, de 12%. Dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior apontam queno ano passado foram comercializadas 385mil toneladas do produto, o que gerou US$ 331,30 milhões em vendas.

O total exportado em dólares também cresceu no ano passado: 3,12% em relação aos US$ 321,26 milhões de 2001. O incremento do volume exportado pelo setor avícola paranaense ficou bem acima do desempenho de Santa Catarina, atualmente o maior exportador de carne de frango in natura. Os abatedouros catarinenses venderam para outros países 565 mil toneladas do produto – um acréscimo de 16,35% sobre os números de 2001.

Em relação ao valor exportado, o estado vizinho apresentou queda na arrecadação: US$ 508,07 milhões, ou um decréscimo de 5,76% sobre o montante do ano anterior, que foi de US$ 539,18 milhões. De acordo Martins, a receita não acompanhou o crescimento do volume exportado porque a cotação internacional da carne de frango não acompanhou a variação cambial. Entretanto, graças a este comportamento, o frango brasileiro se tornou bastante competitivo lá fora, conclui.

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