Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Avicultura de corte cresce menos de 1%

Após dois anos de crescimento expressivo sustentado pelas exportações de carne de frango, principalmente, o setor tirou o pé do acelerador.

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Redação AI 23/07/2003 – A avicultura de corte caiu na real. Após dois anos de crescimento expressivo sustentado pelas exportações de carne de frango, principalmente, o setor tirou o pé do acelerador.

O resultado é que o alojamento de pintos de corte no primeiro semestre deste ano cresceu menos de 1% em relação a igual período de 2002, segundo levantamento da Apinco (associação que reúne produtores). A produção somou 1,882 bilhão de aves no semestre.

No primeiro semestre de 2002 sobre 2001, o setor tinha crescido 12,35%, para 1,863 bilhão.

Para o secretário-executivo da Apinco, José Carlos Godoy, o crescimento de menos de 1% é reflexo dos custos de produção ainda elevados no setor, dos preços baixos do frango e das incertezas na economia. “Doeu o bolso do produtor”, observa.

Ele afirma ainda que esse aumento só existiu por conta das exportações, já que a demanda interna está deprimida. “Se considerarmos que a população cresce 1,5% ao ano, houve retração na produção”.

Para Godoy, a tendência é que o ajuste continue a ocorrer. Os números do alojamento de matrizes de corte no semestre justificam essa expectativa. Nos primeiros seis meses do ano, foram alojadas 15,047 milhões de matrizes, 0,84% acima de igual período de 2002.

Com esse ritmo de produção, a Apinco está revendo as projeções para este ano. Inicialmente, o setor previa um avanço de 5% no alojamento em 2003, para 4 bilhões de pintos de corte. Agora, a expectativa é de que o crescimento fique abaixo de 1% no ano. Em 2003, o alojamento foi de 3,817 bilhões de pintos.

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