Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,34 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,34 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 153,40 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,38 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,96 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 135,42 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 127,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.563,34 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.475,23 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
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Controle sobre o processo

Diretor da Abiec afirma que a melhor forma de rastreabilidade é aquela que controla o processo e não animal por animal.

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Da Redação 11/08/2003 – O diretor-executivo da Associação Brasileira da Indústria Exportadora de Carne (Abiec) – entidade que reúne os frigoríficos exportadores -, Ênio Marques, acredita que a melhor forma de rastreabilidade é aquela que controla o processo e não animal por animal. Segundo ele, o único país que adota uma certificação individual obrigatória são os EUA, onde o processo produtivo é diferente, feito em confinamentos. Além disso, Marques defende a idéia de que as certificadoras precisam ser auditadas de forma independente e possuir um certificado de qualidade, a ISO 65, já utilizada no exterior, o que garante que o trabalho esteja sendo bem feito.

“O Brasil é o único País que cria barreiras para si próprio”, critica o pecuarista e ex-secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pedro de Camargo Neto. Segundo ele, o setor pecuário é uma das molas propulsoras do agronegócio brasileiro e esta instalação confusa e desnecessária (da forma como está sendo feita) tem punido tanto frigoríficos como pecuaristas. “O que o Brasil está fazendo é identificação animal e não rastreabilidade”, diz Camargo. Segundo ele, o correto seria certificar o processo pecuário, a propriedade e não o animal.

Para Camargo, outro ponto essencial é a exigência. “Só tem sentido ser obrigatório se fosse uma questão de saúde pública. No Brasil a questão de saúde pública da vaca louca não exige rastreabilidade individual, somente controles rigorosos na questão das rações e proibição de utilização de restos animais, farinha de sangue e carne e cama de frango”, afirma. 

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