Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Festas aliviam estoques de frigoríficos

Para o Icepa, bolha de consumo deve durar até três semanas, garantindo preço melhor ao produtor.

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Da Redação 12/12/2002 – A chegada do período de férias e festas de final de ano fez bem aos mercados de carnes e está aliviando os estoques das agroindústrias de Santa Catarina. O segmento, segundo o analista de carnes do Instituto de Planejamento e Economia Agrícola do Estado (Icepa), Jurandi Machado, vive uma nova bolha de consumo, que deve se manter por mais duas ou três semanas, garantindo preços melhores aos produtores e negócios em alta para as empresas.

As áreas de suínos e frangos, conforme o pesquisador, ainda operam com dificuldades no suprimento de milho. A escassez do produto e a desvalorização do real encareceram os custos de produção. Por isso, toda a esperança do produtor está depositada no desempenho das vendas, que têm correspondido, principalmente no que diz respeito à exportação. As vendas para fora do País reduziram a disponibilidade interna dos produtos e estão facilitando a sustentação dos preços internos.

As exportações de carne suína totalizaram 390 mil toneladas até outubro, uma expansão de 79% sobre o volume de 2001. A receita somou US$ 400 milhões, 35% a mais que no mesmo período do ano passado. Nos dez primeiros meses do ano foram embarcados 1,32 milhão de toneladas em equivalentes carcaças. Com o volume acumulado até outubro, o setor superou em pouco mais de 6% o exportado em 2001. “A projeção que se faz é de que as exportações, em 2002 ultrapassem 1,6 milhão de toneladas.”

O pesquisador comenta que, apesar da situação favorável de mercado para o suíno e o frango, os preços continuam abaixo do mínimo necessário para pagar, sobretudo os custos de produção de suínos. No caso dos suínos, a trajetória de recuperação dos preços se deve à pressão de compra por parte dos frigoríficos, seja pela redução do peso de abate, seja pela necessidade de cumprir contratos de vendas. No mercado do frango a situação é semelhante. “A diferença está na tendência do produto, de continuar, neste final de ano, atraindo tradicionais consumidores de carne bovina, devido ao preço mais competitivo.”

 

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