Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,85 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,77 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,61 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,05 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,77 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,91 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,83 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,81 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 135,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 137,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 127,37 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,51 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.571,18 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.482,72 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 151,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 130,71 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,94 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 148,92 / cx
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Boletim ABCS

Boletim ABCS: Mercado & Cotações

Como reflexo de poucas alterações das cotações do mês de maio, a tendência dos próximos dias é a manutenção dos preços suinícolas.

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Boletim ABCS: Mercado & Cotações

O mercado de suínos segue em estabilidade na maioria das regiões do Brasil. Como reflexo de poucas alterações das cotações do mês de maio, a tendência dos próximos dias é a manutenção dos preços, sem perspectiva para baixas. O mercado em Minas Gerais, por exemplo, está ajustado, sendo a oferta bastante compatível com a demanda. Segundo a Associação dos Suinocultores do Estado de Minas Gerais (Asemg), essa semana os produtores comercializaram o quilo do suíno vivo a R$ 2,80, o mesmo preço trabalhado durante todo o mês. Para o proprietário dos frigoríficos FrigoBet e FrigoMatos, de Minas Gerais, Mauro Soares Costa, as vendas tem apresentado queda nos últimos dias e a margem de lucro diminuído. “A comercialização melhorou com a chegada das baixas temperaturas, mas o consumo está muito baixo se comparado a mesmo período do ano passado”. Santa Catarina também houve acomodação nos preços esta semana. Segundo a Associação Catarinense dos Criadores de Suínos (ACCS) o quilo do suíno vivo foi comercializado a R$ 2,30.
O Rio Grande do Sul apresentou queda nos últimos dias, comercializando o quilo do suíno entre R$ 2,20 e R$ 2,25, cerca de R$ 0,10 a menos que na semana anterior. Para a Associação dos Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (Acsurs), o momento é de apreensão, já que não está retração do mercado não era esperada, principalmente nesta época do ano, que registra os melhores índices de consumo. Na região, os custos de produção têm aumentado com a melhora no mercado de milho e, com isso, diminuindo a margem de lucro do produtor. Edson Zancanaro, produtor de Erechim na região norte do Rio Grande do Sul, conta que também houve baixa na cotação chegando essa semana a R$ 0,20 a menos que o comercializado há 10 dias atrás. “Os produtores da região estão cautelosos, temendo uma sucessão de queda no preço. Esse mês houve aumento dos custos de produção e também dos ingredientes de ração, o que aumenta ainda mais a preocupação”.
O estado de São Paulo também apresentou variação nesta semana. O preço de comercialização da arroba foi de R$ 50,00 a arroba, o equivalente a R$ 2,67 o quilo do suíno vivo, segundo a Associação Paulista de Criadores de Suínos (APCS). O valor praticado apresentou queda de R$ 0,05 se comparado com a semana anterior. As sucessivas baixas nas cotações têm afetado diretamente o mercado, que nos últimos dias está superofertado.

Declarações

Como grande comprador, as mudanças de consumo no mercado paulista refletem diretamente as cotações aqui em Santa Catarina. Outro fator tem afetado a comercialização é o aumento de peso dos animais, pois o com baixo custo de produção, os produtores estão buscando agregar mais valor à carcaça.
Wolmir de Souza, presidente da ACCS

A situação atual de queda nos preços foi como um balde de água fria nos produtores, que começaram a colocar em dia as contas de 2009. A expectativa era de melhora, já que esses meses há alta no consumo. O momento é de cautela, mas aguardamos uma reação de mercado.
Valdeci Folador, presidente da Acsurs

O mercado está estabilizado em Minas e não vemos justificativa para queda nos preços. A oferta e a demanda estão bastante ajustadas. Porém, em algumas regiões, os produtores estão aumentando o peso dos animais para ampliar um pouco mais a rentabilidade.
José Arnaldo Penna, presidente da Asemg

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